Academia com Personal Trainer Gravataí, Rio Grande do Sul
Encontre academias com personal trainers em Gravataí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Academia de Ginástica Agagi
(51) 3386-9978
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av Mãe Apolinária M Batista, 187, Protásio Alves
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia Fitness Hall
(51) 3331-1333
(51) 3331-1333
r Silva Jardim, 278, Auxiliadora
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia Energy
(51) 3246-9197
(51) 3246-9197
r Eng Jorge Porto, 644 s 103, Ipanema
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia de Yoga
(51) 3330-7748
(51) 3330-7748
av Protásio Alves, 274 Cj 203, Rio Branco
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Nutricionista Esportiva e Clínica Sabrina Ribes Zibetti
(53) 9129.9480
(53) 9129.9480
Rua Voluntários da Pátria, 981 sala 313A
Pelotas, Rio Grande do Sul
Pelotas, Rio Grande do Sul
Academia Andança
(51) 3249-0077
(51) 3249-0077
r Dr Campos Velho, 1783, Cristal
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia Cristal Fitness Center
(51) 3266-9781
(51) 3266-9781
av Wenceslau Escobar, 1286, Cristal
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ALLIANCE JIU-JITSU
51 8139-9025
51 8139-9025
av. José Loureiro da Silva, 1844
Gravatai, Rio Grande do Sul
Gravatai, Rio Grande do Sul
academia Dojinmon de Karatê
(51) 3337-9936
(51) 3337-9936
r Portugal, 733 lj 1, São João
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia Espaço Fitness
(51) 3344-5728
(51) 3344-5728
av Bp João Scalabrini, 380 lj 7, Itu Sabará
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia com Personal Trainer
O diabetes Mellitus caracteriza-se por uma menor produção do hormônio insulina, provocando aumento dos níveis de glicose sangüínea.
O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimenta para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc…
A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl.
Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
Tipos de Diabetes:
Diabetes Melito Tipo I
São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas.
De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.”
O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993)
Diabetes Melito do tipo II
Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea.
Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil).
Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
A diabetes do tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeç...
O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimenta para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc…
A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl.
Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas.
De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.”
O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993)
Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea.
Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil).
Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
A diabetes do tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeç...
