Academia com Personal Trainer Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Encontre academias com personal trainers em Rio de Janeiro. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Academia Body Gyn
(21) 2616-8215
(21) 2616-8215
Est Caetano Monteiro, 1201 sl Badu
Niteroi, Rio de Janeiro
Niteroi, Rio de Janeiro
Academia Ho
(21) 2610-5882
(21) 2610-5882
r Pres Backer, 229 A 3º And Icaraí
Niteroi, Rio de Janeiro
Niteroi, Rio de Janeiro
Academia Ato Natural
(21) 3707-1601
(21) 3707-1601
r Alberto Torres,Dr, 2905, Neves
São Gonçalo, Rio de Janeiro
São Gonçalo, Rio de Janeiro
Fitness CenterAcademia de Ginástica Ltda
(21) 2765-3881
(21) 2765-3881
rD Adriano Hipólito, 10, Moqueta
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Espaço Vital Comércio e Serviços Ltda
(21) 2493-1188
(21) 2493-1188
av Júlio Moura,Comdt, 300, Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Academia raia Livre
(21) 2704-7114
(21) 2704-7114
r Américo Oberlaender, 60 Centro
Niteroi, Rio de Janeiro
Niteroi, Rio de Janeiro
Academia Atletic Gym
(21) 2616-3039
(21) 2616-3039
Est Caetano Monteiro, 1924 Badu
Niteroi, Rio de Janeiro
Niteroi, Rio de Janeiro
Fitness Center Academia de Ginástica Ltda
(21) 2765-3881
(21) 2765-3881
Rua D Adriano Hipólito, 10, Moqueta
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Academia Aizen
21 36044559
21 36044559
Rua Lopes Trovão, 117 Icaraí
Niterói, Rio de Janeiro
Niterói, Rio de Janeiro
Academia Freitas
(21) 2771-0612
(21) 2771-0612
r José de Alvarenga, 243, An 2, Centro
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Academia com Personal Trainer
O diabetes Mellitus caracteriza-se por uma menor produção do hormônio insulina, provocando aumento dos níveis de glicose sangüínea.
O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimenta para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc…
A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl.
Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
Tipos de Diabetes:
Diabetes Melito Tipo I
São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas.
De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.”
O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993)
Diabetes Melito do tipo II
Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea.
Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil).
Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
A diabetes do tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeç...
O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimenta para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc…
A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl.
Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas.
De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.”
O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993)
Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea.
Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil).
Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
A diabetes do tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeç...
