Academia com Personal Trainer Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul
Encontre academias com personal trainers em Santa Cruz do Sul. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Consultório de Fisioterapia e Pilates
54 3021 - 6668
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R. Borges de Medeiros 667 sala 43 Bairro Centro
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
academia Dojinmon de Karatê
(51) 3337-9936
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r Portugal, 733 lj 1, São João
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ProSport Suplementos
51-33433212
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Avenida Assis Brasil, 3135
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia de Pilates - Pilates para Todos
(53)81247886
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Rua Felix da Cunha, 657 - A
Pelotas, Rio Grande do Sul
Pelotas, Rio Grande do Sul
Academia de Ginástica Atlas de Porto Alegre
(51) 3223-5555
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av Princesa Isabel, 639, Azenha
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia Fitness Hall
(51) 3331-1333
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r Silva Jardim, 278, Auxiliadora
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Academia Andança
(51) 3249-0077
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r Dr Campos Velho, 1783, Cristal
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Bem Zem Espaço Alternativo
(513) 043-5975
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Madre Ana, 81
Gravataí, Rio Grande do Sul
Gravataí, Rio Grande do Sul
ALLIANCE JIU-JITSU
51 8139-9025
51 8139-9025
av. José Loureiro da Silva, 1844
Gravatai, Rio Grande do Sul
Gravatai, Rio Grande do Sul
Madhuban Centro de Terapias
5130374070 81257751
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Amadeu Rossi 319
Sao Leopoldo, Rio Grande do Sul
Sao Leopoldo, Rio Grande do Sul
Academia com Personal Trainer
O diabetes Mellitus caracteriza-se por uma menor produção do hormônio insulina, provocando aumento dos níveis de glicose sangüínea.
O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimenta para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc…
A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl.
Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
Tipos de Diabetes:
Diabetes Melito Tipo I
São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas.
De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.”
O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993)
Diabetes Melito do tipo II
Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea.
Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil).
Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
A diabetes do tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeç...
O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimenta para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc…
A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl.
Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas.
De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.”
O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993)
Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea.
Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil).
Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
A diabetes do tipo II se instala, geralmente, de forma insidiosa, e resulta de uma produção reduzida de insulina pelo pâncreas ou de uma diminuição na sensibilidade dos receptores celulares à insulina. Ela é tratada inicialmente com dieta e exercícios, agentes hipoglicemiantes orais e, finalmente, para alguns indivíduos com injeç...
