Academias Lorena, São Paulo

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Academia Gaviões
(11) 2225-1330
r Euclides Pacheco, 1931 Tatuapé
São Paulo, São Paulo

Dados Divulgados por
SwáSthya Yôga
(13) 3284-1020
Rua Dr Acacio Nogueira,16
Santos, São Paulo
 
Uno Sports
(11) 2443-0694
r Benedito Faustino de Moraes, 72, Vl Rachid
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Academia Bory Fitness
(12) 3923-9392
r Carvalho de Araújo, 303, Vl Maria
Sao jose dos campos, São Paulo

Dados Divulgados por
adriano massoterapeulta
014 97822539
rua pará 1250
avaré, São Paulo
 
MS PERSONAL
(13) 7803-9806
Santos
Santos, São Paulo
 
Academia Acqua Sport
(11) 2461-3122
r Jaiminho, 13, Vl Progresso
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
IASET Cultura Oriental
(19) 3422-0631
Ipiranga, 348
Piracicaba, São Paulo
 
Academia Spim
(15) 3233-0456
r Manoel Lopes, 769, Vl Hortência
Sorocaba, São Paulo

Dados Divulgados por
YOGA
(11) 4191-9093
AV ALDEIA 902, CASA 2, ALDEIA BARUERI
BARUERI, São Paulo
 
Dados Divulgados por

Academias

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Pesquisa em academias de musculação revela o problema dos anabolizantes.

A questão estética, especialmente o imediatismo na obtenção do corpo desejado, é a principal motivação alegada por quem usa ou já usou anabolizantes – substâncias sintéticas relacionadas aos hormônios masculinos que produzem o aumento da massa muscular e cujo consumo não terapêutico pode provocar uma série de prejuízos à saúde. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que assinam um artigo na edição de abril do periódico Cadernos de Saúde Pública, editado pela Fiocruz. A equipe saiu a campo, matriculou-se em academias de ginástica, conheceu as rotinas desses estabelecimentos, observou a dinâmica das interações sociais e, por fim, entrevistou 43 frequentadores que já haviam utilizado anabolizantes. Os relatos apontam para o uso dessas substâncias por causa do desejo de atingir rapidamente “o corpo ideal”, com massa muscular aumentada e definida, isto é, um corpo adequado aos padrões valorizados na sociedade e disseminados pela mídia.

Definir a musculatura e erradicar a gordura, considerada a grande vilã no caminho do corpo perfeito, foram objetivos frequentemente citados pelos entrevistados, que tinham entre 18 e 35 anos. A pesquisa foi feita em três academias: uma localizada em um bairro de classe média de Salvador e duas em bairros populares da capital baiana. A preocupação com a estética foi a principal razão que levou os participantes a praticarem musculação, tanto no bairro de classe média quanto nos populares. “É interessante notar a transformação nos signos do corpo musculoso, que no passado, além de se associar ao poder masculino, denotava também o trabalho manual e a condição proletária. Na contemporaneidade, entretanto, o músculo perde esta última conotação e se torna ícone cultural altamente valorizado, simbolizando vigor, saúde e sucesso”, diz o artigo, assinado pelos pesquisadores Jorge Alberto Bernstein Iriart, José Carlos Chaves e Roberto Ghignone de Orleans, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.

Embora o desejo de ter um corpo musculoso fosse comum, a forma de utilizar os anabolizantes variou entre as academias. Na academia de um bairro popular, os pesquisadores observaram o uso explícito: os praticantes conversavam e até faziam brincadeiras sobre os anabolizantes e aplicavam as injeções uns nos outros antes de iniciarem a musculação; além disso, na lixeira do banheiro, foi possível encontrar grande quantidade de seringas e a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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