Academias Macapá, Amapá

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Alfredo B Souza Fl
(67) 382-8311
r São Vicente, 241, Jardim São Bento
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Grêmio Recreativo e Bloco Carvavalesco Unidos do Grizz
(323) 213-9977
r Luiz Creozol, 3, Nossa Senhora Aparecida
Juiz de Fora, Minas Gerais
 
Soc Rosas de Ouro
(113) 931-0608
r Euclides Machado,Cel, 1066, Limão
São Paulo, São Paulo
 
Academia Exercicios e Cia
(17) 281-4755
av Manoel Zanin, 231, Olímpia
Olimpia, São Paulo
 
Ginásio de Esportes
(46) 555-1331
pc S Francisco de Assis, 1583
Planalto, Paraná
 
Ginásio Planeta Bola
(53) 271-4333
av Duque de Caxias, 1123, Fragata
Pelotas, Rio Grande do Sul
 
Sport Mix Equipamentos de Esportivos Ltda
(113) 733-2200
av Corifeu de Azevedo Marques, 2859, Rio Pequeno
São Paulo, São Paulo
 
Art Ven
(333) 221-3054
r José Luiz Nogueira, 583, Centro
Governador Valadares, Minas Gerais
 
Sportlines
(343) 821-4920
av Pe Almir N Medeiros, 199
Patos de Minas, Minas Gerais
 
Romara Tranjan
(41) 244-4188
av República Argentina, 1927, lj 16, Água Verde
Curitiba, Paraná
 

Academias

Fornecido por: 

Pesquisa em academias de musculação revela o problema dos anabolizantes.

A questão estética, especialmente o imediatismo na obtenção do corpo desejado, é a principal motivação alegada por quem usa ou já usou anabolizantes – substâncias sintéticas relacionadas aos hormônios masculinos que produzem o aumento da massa muscular e cujo consumo não terapêutico pode provocar uma série de prejuízos à saúde. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que assinam um artigo na edição de abril do periódico Cadernos de Saúde Pública, editado pela Fiocruz. A equipe saiu a campo, matriculou-se em academias de ginástica, conheceu as rotinas desses estabelecimentos, observou a dinâmica das interações sociais e, por fim, entrevistou 43 frequentadores que já haviam utilizado anabolizantes. Os relatos apontam para o uso dessas substâncias por causa do desejo de atingir rapidamente “o corpo ideal”, com massa muscular aumentada e definida, isto é, um corpo adequado aos padrões valorizados na sociedade e disseminados pela mídia.

Definir a musculatura e erradicar a gordura, considerada a grande vilã no caminho do corpo perfeito, foram objetivos frequentemente citados pelos entrevistados, que tinham entre 18 e 35 anos. A pesquisa foi feita em três academias: uma localizada em um bairro de classe média de Salvador e duas em bairros populares da capital baiana. A preocupação com a estética foi a principal razão que levou os participantes a praticarem musculação, tanto no bairro de classe média quanto nos populares. “É interessante notar a transformação nos signos do corpo musculoso, que no passado, além de se associar ao poder masculino, denotava também o trabalho manual e a condição proletária. Na contemporaneidade, entretanto, o músculo perde esta última conotação e se torna ícone cultural altamente valorizado, simbolizando vigor, saúde e sucesso”, diz o artigo, assinado pelos pesquisadores Jorge Alberto Bernstein Iriart, José Carlos Chaves e Roberto Ghignone de Orleans, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.

Embora o desejo de ter um corpo musculoso fosse comum, a forma de utilizar os anabolizantes variou entre as academias. Na academia de um bairro popular, os pesquisadores observaram o uso explícito: os praticantes conversavam e até faziam brincadeiras sobre os anabolizantes e aplicavam as injeções uns nos outros antes de iniciarem a musculação; além disso, na lixeira do banheiro, foi possível encontrar grande quantidade de seringas e a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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