Academias Santana, Amapá

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SR Telecom e Eletr Ltda
(353) 522-1499
r Gonçalves Dias, 466, Centro
Passos, Minas Gerais
 
Quadra de Areia 3 Tempo
(313) 494-6142
r Treze, 60, Dom Silverio
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Sebastiao S Souza
(114) 521-1680
r Mal de Fonseca, 201
Jundiaí, São Paulo
 
Academia de Futebol Brasitalia
(41) 354-4468
est Olarias, 72, Santa Candida
Curitiba, Paraná
 
Gres Mocidade Independente de Padre Miguel
(212) 293-0791
r Tamarindo,Cel, 38
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Espaço Gen Gestacao e Nascimento
(61) 225-5399
st Srtvs, 701, qd 701 bl 2 cj b sl, Setor De Rádio E Televisão Sul
Brasília, DF
 
Quadras Poliesportivas S Jorge
(343) 216-9093
r América Viana, 83
Uberlândia, Minas Gerais
 
Túnel Esporte e Lazer
(313) 446-1645
r Túnel, 500
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Ginásio Esportivo Bem Bolado
(55) 422-6243
r Joaquim Antônio, 159, Centro
Alegrete, Rio Grande do Sul
 
Buritis Esports Center Ltda
(313) 377-0003
av Prof M Werneck, 900
Belo Horizonte, Minas Gerais
 

Academias

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Pesquisa em academias de musculação revela o problema dos anabolizantes.

A questão estética, especialmente o imediatismo na obtenção do corpo desejado, é a principal motivação alegada por quem usa ou já usou anabolizantes – substâncias sintéticas relacionadas aos hormônios masculinos que produzem o aumento da massa muscular e cujo consumo não terapêutico pode provocar uma série de prejuízos à saúde. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que assinam um artigo na edição de abril do periódico Cadernos de Saúde Pública, editado pela Fiocruz. A equipe saiu a campo, matriculou-se em academias de ginástica, conheceu as rotinas desses estabelecimentos, observou a dinâmica das interações sociais e, por fim, entrevistou 43 frequentadores que já haviam utilizado anabolizantes. Os relatos apontam para o uso dessas substâncias por causa do desejo de atingir rapidamente “o corpo ideal”, com massa muscular aumentada e definida, isto é, um corpo adequado aos padrões valorizados na sociedade e disseminados pela mídia.

Definir a musculatura e erradicar a gordura, considerada a grande vilã no caminho do corpo perfeito, foram objetivos frequentemente citados pelos entrevistados, que tinham entre 18 e 35 anos. A pesquisa foi feita em três academias: uma localizada em um bairro de classe média de Salvador e duas em bairros populares da capital baiana. A preocupação com a estética foi a principal razão que levou os participantes a praticarem musculação, tanto no bairro de classe média quanto nos populares. “É interessante notar a transformação nos signos do corpo musculoso, que no passado, além de se associar ao poder masculino, denotava também o trabalho manual e a condição proletária. Na contemporaneidade, entretanto, o músculo perde esta última conotação e se torna ícone cultural altamente valorizado, simbolizando vigor, saúde e sucesso”, diz o artigo, assinado pelos pesquisadores Jorge Alberto Bernstein Iriart, José Carlos Chaves e Roberto Ghignone de Orleans, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.

Embora o desejo de ter um corpo musculoso fosse comum, a forma de utilizar os anabolizantes variou entre as academias. Na academia de um bairro popular, os pesquisadores observaram o uso explícito: os praticantes conversavam e até faziam brincadeiras sobre os anabolizantes e aplicavam as injeções uns nos outros antes de iniciarem a musculação; além disso, na lixeira do banheiro, foi possível encontrar grande quantidade de seringas e a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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