Academias Santana, Amapá

A página abaixo contêm todas as informações locais que são relevantes quando se trata de academias em Santana. Encontre profissionais da sua região, artigos educativos, eventos, opiniões, etc. Tudo em uma única página!

Escolinha de Futebol Bom de Bola
(85) 279-4972
av José Leon, 2121, Cidade Dos Funcionários
Fortaleza, Ceará
 
Ginásio Esportes Munic
(193) 608-3391
av Euclides da Cunha, São José do Rio Pardo
Sao Jose do Rio Pardo, São Paulo
 
Escola de Futsal CAM Visual
(313) 421-8434
r Mariana, 654, Bonfim
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Alercyo Tennis Center Ltda
(123) 905-1537
r das Piabas, 37, An 3 Ap 32, Pq Residencial Aquar
São José dos Campos, São Paulo
 
Bar Calabouco Ltda
(313) 463-4120
r Soares, 640
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Claudio C Monteiro
(67) 321-0541
r Barão do Rio Branco, 1110, Amambai
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Centro Esportivo Laerton Paulinelli
(373) 421-3250
av Guarim C Fonseca, 646
Luz, Minas Gerais
 
Disk Folia
(71) 330-3171
r Lucaia, 295, sl 404
Salvador, Bahia
 
Alfa Tênis
(117) 283-1392
trv Alphaville, 4630, Alphaville Indl
Barueri, São Paulo
 
Botafogo Futebol Clube
(313) 671-1344
r Comendador Viana, 119, Centro
Sabará, Minas Gerais
 

Academias

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Pesquisa em academias de musculação revela o problema dos anabolizantes.

A questão estética, especialmente o imediatismo na obtenção do corpo desejado, é a principal motivação alegada por quem usa ou já usou anabolizantes – substâncias sintéticas relacionadas aos hormônios masculinos que produzem o aumento da massa muscular e cujo consumo não terapêutico pode provocar uma série de prejuízos à saúde. A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que assinam um artigo na edição de abril do periódico Cadernos de Saúde Pública, editado pela Fiocruz. A equipe saiu a campo, matriculou-se em academias de ginástica, conheceu as rotinas desses estabelecimentos, observou a dinâmica das interações sociais e, por fim, entrevistou 43 frequentadores que já haviam utilizado anabolizantes. Os relatos apontam para o uso dessas substâncias por causa do desejo de atingir rapidamente “o corpo ideal”, com massa muscular aumentada e definida, isto é, um corpo adequado aos padrões valorizados na sociedade e disseminados pela mídia.

Definir a musculatura e erradicar a gordura, considerada a grande vilã no caminho do corpo perfeito, foram objetivos frequentemente citados pelos entrevistados, que tinham entre 18 e 35 anos. A pesquisa foi feita em três academias: uma localizada em um bairro de classe média de Salvador e duas em bairros populares da capital baiana. A preocupação com a estética foi a principal razão que levou os participantes a praticarem musculação, tanto no bairro de classe média quanto nos populares. “É interessante notar a transformação nos signos do corpo musculoso, que no passado, além de se associar ao poder masculino, denotava também o trabalho manual e a condição proletária. Na contemporaneidade, entretanto, o músculo perde esta última conotação e se torna ícone cultural altamente valorizado, simbolizando vigor, saúde e sucesso”, diz o artigo, assinado pelos pesquisadores Jorge Alberto Bernstein Iriart, José Carlos Chaves e Roberto Ghignone de Orleans, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.

Embora o desejo de ter um corpo musculoso fosse comum, a forma de utilizar os anabolizantes variou entre as academias. Na academia de um bairro popular, os pesquisadores observaram o uso explícito: os praticantes conversavam e até faziam brincadeiras sobre os anabolizantes e aplicavam as injeções uns nos outros antes de iniciarem a musculação; além disso, na lixeira do banheiro, foi possível encontrar grande quantidade de seringas e a...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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