Epilepsia Brasília, DF

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Brasília.

Raimundo Nonato Delgado Rodrigues
(61) 3272-0149
Shln Quadra 2 - Bl J Sala 315
Brasilia, DF
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Queops Millenium
Scn Quadra 05 - Bloco Asala 912 50 Brasilia Shopping Torre a
Brasilia, DF
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Leonardo da Mota Seixas
(61) 3965-3333
Shln 116 Bloco F Lote 06 108 - Edf. Primo Crosara Sala 108 108 - Edf. Primo
Brasilia, DF
Especialidade
Cirurgia Geral, Coloproctologia

Dados Divulgados por
Claudio Oppenheimer
(61) 3328-7551
Scn Qd 05 Bloco a 50 - Salas 913 e 914
Brasilia, DF
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Rogério Gomes Damasceno
(61) 3351-5115
Shls 716 105 - Ed Oswaldo Cruz 1º Andar
Brasilia, DF
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Joubert Fernandes Barbosa
(61) 3965-3333
Shln 116 Bloco F Lote 06 108 - Edf. Primo Crosara Sala 108 108 - Edf. Primo
Brasilia, DF
Especialidade
Cirurgia Geral, Coloproctologia

Dados Divulgados por
Emilte Pulcinelli
(61) 3442-9200
Sep/Sul 710 - 910 Bloco B
Brasilia, DF
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Sonia Moreira D' Agostini
Seps 714 - /914
Brasilia, DF
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Eugênio César Fonteles Cabral
(61) 3447-4446
Scln 207 - Bloco B 1o. Andar
Brasilia, DF
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Wanderley Ricardo de Paula
(61) 3962-4184
SHLS 716 BI - Asa Sul
Brasilia, DF
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
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Epilepsia

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Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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