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Epilepsia Cabo Frio, Rio de Janeiro

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Cabo Frio.

Ricardo Otranto Neto
226-0800
Av. Lobo Junior 695
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Valeria Regina de Lima Ramalho Servino
(22) 2772-6852
Rua Tenente Coronel Amado 405
Macae, Rio de Janeiro
Roberto Jose Alves Toledo
222-0369
R. Alcindo Guanabara 24 - 1603/1604
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Yara Maria Moura B P Serra Lima
2273-3285
R. do Bispo 18 - Pavimentos 2/3
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Leonardo Garcia Martins
2495-5132
Av. Min. Ivan Lins 480 - 213
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Luiz Ricardo Masieri Morisson
257-0226
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Suse Arnaut da C Eiras de Souza
2281-0744
R. Lucidio Lago 126 - 401
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Ernestina Amalia Maria Quaglino
(21) 2622-0702
Av. Ernani do Amaral Peixoto 455 - Sala 1012
Niteroi, Rio de Janeiro
Ricardo Ribeiro
2423-6380
Av. Nelson Cardoso 1149 - 1119
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rangel Batista Guimarães
(22) 2762-2887
Rua Velho Campos 227
Macae, Rio de Janeiro
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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