Epilepsia Caxias do Sul, Rio Grande do Sul

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Caxias do Sul.

Leovegildo Fonseca Frigeri
(54) 3221-5363
Rua Garibaldi 791 - 705
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Joao Luis Pontalti
(54) 3222-3377
R Sinimbu 120
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Alexandre da Silveira Perla
(51) 3012-8690
Padre Chagas 185 - 505
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Ana Guardiola
(51) 3222-5952
Vinte e Quatro de Outubro 111 - 1001
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Leovegildo Fonseca Frigeri
(54) 3221-5363
Rua Garibaldi 791 - 705
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Moacyr Walter Chiarello
(54) 214-1544
Rua Marechal Floriano 618 - Sl. 301
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Kelly de Oliveira Harada
(55) 3222-5188
R Duque de Caxias 1668 - Sala:601
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Alice Julieta Zambam de Mattos
(51) 3226-9131
R Prof Annes Dias 154 - 1103
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Amauri Dalacorte
(51) 3320-6030
R Grutada 145 - Sl. 304
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Carlos Vicente Brusius
(51) 3395-1099
Padre Chagas 185 - 908
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Epilepsia

Fornecido por: 

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net