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Epilepsia Esteio, Rio Grande do Sul

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Esteio.

Kleber Cavalcante Santos
513-4669
R Domingos Martins 111 - Sl. 501
Canoas, Rio Grande do Sul
Alessandro Finkelsztejn
(51) 3314-8590
Rua Mostardeiro 5 - Independencia
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Nelson Venturella Aspesi
(51) 3227-3055
Rua dos Andradas 1464 - Cj 152 15° Andar
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Maria Isabel Bragatti Winckler
(51) 3311-1447
R General Joao Telles 524 - Sl 604
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Andre Martins de Lima Cecchini
(51) 3348-2277
Av Assis Brasil 3532 - Cj.301
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Janete Rup Litwiniak
(51) 3472-4054
Rua Muck 344 - Sl. 707
Canoas, Rio Grande do Sul
Ericson Sfredo
(51) 3330-0244
R Doutor Florencio Ygartua 270 - Sl. 1109
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marcelo Simoni Simoes
(51) 3230-2728
Costa 30 - Sala 603
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Antonio Carlos Cunha Hemann
(51) 3320-5067
Av. Ipiranga 6690 - Cj 314
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Paulo Rogerio Grubel Diehl
(54) 331-3111
Av Patria 823 - Sl. 401
Carazinho, Rio Grande do Sul
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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