Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Epilepsia Florianópolis, Santa Catarina

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Florianópolis.

Alfredo Gandur Dacach Filho
322-3701
Rua Cel Lopes Vieira 105
Florianopolis, Santa Catarina
Lucia Sukys Claudino
3224-1173
Rua Barao do Batovi 528
Florianopolis, Santa Catarina
Renato Rogerio
3271-1500
Rua Santa Rita de Cassia 1665
Florianopolis, Santa Catarina
Paulo Mattosinho Filho
3222-9060
Rua Barao do Batovi 546
Florianopolis, Santa Catarina
Antonio Cesar de Melo Mussi
3224-0843
Rua Menino Deus 63 - 419
Florianopolis, Santa Catarina
Saulo Caires Berber
3322-2533
Rua Julio Moura 66
Florianopolis, Santa Catarina
Fernando Cini Freitas
322-9651
Rua Major Costa 221
Florianopolis, Santa Catarina
Paulo Eduardo Linhares Vieira
3244-0139
Rua Jose do Vale Pereira 59
Florianopolis, Santa Catarina
Denise Leal
322-2906
Rua Barao de Batovi 546
Florianopolis, Santa Catarina
Daniel Preissler Loureiro Chaves
3029-0099
Rua Nereu Ramos 19
Florianopolis, Santa Catarina
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento