Epilepsia Garanhuns, Pernambuco

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Garanhuns.

Gilson Edmar Goncalves e Silva
(81) 3268-1500
Av Parnamirim 95
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Abelardo Ulisses Maia de Farias
3433-7453
R. Sapucaia 13
Paulista, Pernambuco
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Amdore Guescel C Asano
3423-4243
Av. Visconde de Suassuna 757
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Leal Griz
Horada 366 - Sl. 02
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Selma Maria Gadelha Barbosa
R.Estevao Oliveira 52 - 1 Andar
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Keyla Fontes de Oliveira
231-7460
Rua Estado de Israel 175 - Sl. 07
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Frederico de Melo Tavares de Lima
(81) 3231-3397
Buenos Ayres 166
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Alberto Nicodemus Gomes Lopes
341-6123
Cardiologia Eletrofisiologia Clínica Invasiva
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Ezir Araujo Lima Junior
(87) 3861-1310
Tobias Barreto 8 - Sala 501
Petrolina, Pernambuco
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Silvio do Amaral Valenca
813-2311
R Buenos Aires 166
Recife, Pernambuco
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
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Epilepsia

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Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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