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Epilepsia Ipatinga, Minas Gerais

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Ipatinga.

Rodrigo Moreira Faleiro
333-9714
R Uberaba 500
Belo Horizonte, Minas Gerais
Silvio Roberto de Sousa Pereira
327-3051
R dos Otoni 909 - Sala 409
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marco Tulio Salles Rezende
333-9711
Av do Contorno 9530 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Nilton de Barros Abreu Junior
(32) 3722-5240
Rua Coronel Izalino 187 - Ed. das Clínicas - Sala 207
Muriaé, Minas Gerais
Paulo Sergio Curzio
(32) 3215-4430
Av Rio Branco 2595 - 907
Juiz de Fora, Minas Gerais
Wellington Borges Leite
345-1889
R Domingos Grosso 84 - Sala 204
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marcelo Henrique Mascarenhas
(31) 3223-7177
Av Bandeirantes 412
Belo Horizonte, Minas Gerais
Ana Laura Maciel Almeida
323-2169
Av Dr Jose Procopio Teixeira 395
Juiz de Fora, Minas Gerais
Valeria Loureiro Rocha
348-9600
Av Silviano Brandao 1600
Belo Horizonte, Minas Gerais
Rodrigo Santiago Gomez
313-2413
Av Brasil 283 - Sala 705
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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