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Epilepsia Jundiaí, São Paulo

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Jundiaí.

Rubens Alcino Dutra Alves
(11) 4521-8633
Rua Rangel Pestana 1021
Jundiai, São Paulo
Ivan Tadeu Ferreira Antunes
Rua Pedro de Toledo 626
Lins, São Paulo
Marco Antonio Herculano
(11) 4583-4776
Rua do Retiro 424
Jundiai, São Paulo
Jose Joaquim Porto de Paula
Rua Mogi Guacu 569
Campinas, São Paulo
Rafael Jorge Ruman
(11) 3682-6261
R. Da. Primitiva Vianco 631
Osasco, São Paulo
Maorilio Aparecido Calil
Rua Pedro de Toledo 637
Lins, São Paulo
Mauricio Martins Baldissin
(11) 4521-7121
Rua Dr.Pedro Soares de Camargo 543 - 7.And.Sl.73
Jundiai, São Paulo
Paulo Alves Junqueira
Rua Mario Borin 500 - 11 Andar Sala 114
Jundiai, São Paulo
Nagib Antonio Saab
(17) 3323-3521
Av 33 - 643
Barretos, São Paulo
Julio Gallani Cunha
Rua Dr.Olyntho Rodrigues Dantas 343 - Cj. 81
Santos, São Paulo
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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