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Epilepsia Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Porto Alegre.

Maria Isabel Bragatti Winckler
(51) 3311-1447
R General Joao Telles 524 - Sl 604
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Joao Guilherme Valentim Neto
(51) 3315-1504
Av. Ipiranga 6690 - Cj. 809
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Cleber Ribeiro Alvares da Silva
(51) 3312-4346
Castro Alves 167 - 303
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Andre Martins de Lima Cecchini
(51) 3348-2277
Av Assis Brasil 3532 - Cj.301
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Paulo Eloy Passos Filho
(51) 3224-5996
Av Independencia 270
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Ana Guardiola
(51) 3222-5952
Vinte e Quatro de Outubro 111 - 1001
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Amauri Dalacorte
(51) 3320-6030
R Grutada 145 - Sl. 304
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Giovana Sebben
(51) 3333-2565
Taquara 586 - 603
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Apio Claudio Martins Antunes
(51) 3222-5760
Rua Luciana de Abreu 471 - 308
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marco Antonio Stefani
513-3113
R Costa 30 - Sl. 211
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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