Epilepsia Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Santa Cruz do Sul.

Daniel Santos Sousa
3224-0843
Rua Menino Deus 63
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Lisiandra Zilio Prates Webster
(51) 3723-4094
R Quinze Deovembro 612 - Sala202
Cachoeira Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Paulo Eduardo Peixoto de Freitas
(51) 3227-6208
Av. Independencia 172 - Centro
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Felipe Martins de Lima Cecchini
513-0236
R Ramiro Barcelos 1172 - Sl. 218
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Giovana Sebben
(51) 3333-2565
Taquara 586 - 603
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Alexandre Cunha Bastos
3229-7777
Rua Menino Deus 63
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Anthero Sarmento Ferreira
(51) 3226-3991
Professor Annes Dias 154 - Sl 1101
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Maria Helena Fenalti Gesser
(53) 3227-2257
General Osorio 956
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jose Vitor Pinto
(51) 3311-3930
Rua Ramiro Barcelos 910 - 1004
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Carlo Domenico Marrone
(51) 3397-1432
Carlos Gomes 1998 - Sala 501
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
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Epilepsia

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Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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