Epilepsia Santa Rita, Paraíba

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Santa Rita.

Artur Bernardes Carvalho de Oliveira
(83) 3241-1267
Av Tabajaras 981
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Maria do Desterro Leiros da Costa
(83) 3225-6592
R Deputado Geraldo Mariz 331
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Paulo Virgolino da Nobrega
(83) 3221-2723
R Santo Elias 164
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Valdir Delmiro Neves
(83) 244-6165
Av. Rui Barbosa 203
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Alexandre Barros Goncalves da Silva
833-2415
R Clarice Justa 50
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Ana Moema Pereira da Nobrega
(83) 3221-2723
R Santo Elias 164
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Stenio Abrantes Sarmento
(83) 222-8050
Av. Almirante Barroso 905
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Fernanda Rodrigues dos Reis
(83) 3221-7170
Av Dom Pedro Ii 853
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Jefferson de Carvalho Martins
(83) 3244-0505
Av Presidente Epitacio Pessoa 1251 - Sl 803Edf Empresarial Epitacio Pessoa
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Maurus Marques de Almeida Holanda
Rua Borja Peregrino 191
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
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Epilepsia

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Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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