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Epilepsia Tatuí, São Paulo

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Tatuí.

Luis Eduardo Antunes de Almeida
(15) 251-7888
Avenida Conego Joao Climaco 414
Tatui, São Paulo
Gilberto Lima Junqueira
Rua Rui Barbosa 1744
Ribeirao Preto, São Paulo
Luiz Carlos Favaro
(11) 3147-9791
Rua Peixoto Gomide 613 - 9 Andar / Secretaria de Neurologia
São Paulo, São Paulo
Jeova Barros da Silva
R Gabriel Machado 80
Guarulhos, São Paulo
Joao Proni
Rua Arnaldo Ricardo Monteiro 110
Sao Jose Dos Campos, São Paulo
Mario Silva Jorge
Rua Coronel Jose Domingos Vasconcelos 400
Sao Jose Dos Campos, São Paulo
Alberto Ferrante Neto
(16) 3722-8003
R Voluntarios da Franca 2057
Franca, São Paulo
Ary Marconi Junior
(19) 3426-5777
Av. Independência 940 - Sala 101
Piracicaba, São Paulo
Mario Alberto Santana Machado Filho
(11) 4009-5681
Rua Riachuelo 460 - 12 And. Cj1202
Sorocaba, São Paulo
Edson Martins Carvalho
(13) 3227-6394
Rua Sao Jose 38 - Cj. 416
Santos, São Paulo
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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