Epilepsia Timon, Maranhão

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Timon.

Jerlene Maria de Sousa Barbosa
(86) 3221-7120
R Felix Pacheco 2159 - S Sala 304
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Manoel Baldoino Leal Filho
226-1766
R Gov Artur de Vasconcelos 670 - Sl 403
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Raimundo Nogueira de Sa Filho
(86) 3221-2860
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 289 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
In Neurofisio - Investigacao de Neurol. e Neurof
(86) 223-1718
Gabriel Ferreiraz/Nate 1125 - /1126 986
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Arquimedes Cavalcante Cardoso
(86) 3221-4462
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 670 - Sl 405
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Wilson Nunes Martins
(61) 0862-2378
R Sao Pedro 2700
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Manoel Baldoino Leal Filho
(86) 3226-1766
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 670 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Francisco Ferreira Ramos
(86) 3222-6523
R Rio Grande do Sul 1030 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Jose Nazareno Pearce de O Brito
R Sao Pedro 2133 - Cl Lucidio Portela
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Marcos Alcino Soares S Marques
(86) 4009-1100
R Coelho de Resende 1276 - Espaco Vida Hti
Teresina, Piauí
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Epilepsia

Fornecido por: 

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net