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Epilepsia Uberlândia, Minas Gerais

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Uberlândia.

Luiz Carlos Horta da Silva
(34) 3236-6222
Rua Caiaponia 270
Uberlandia, Minas Gerais
Reynaldo Castro de Miranda
3290-1000
Av Barbacena 653
Belo Horizonte, Minas Gerais
. Luiz Felipe Rossi Tassara
(31) 3491-2800
Rua Silvério Ribeiro 255-A
Belo Horizonte, Minas Gerais
Claudio Luiz do Nascimento
(32) 3211-5650
Rua Rei Alberto 108 - 404
Juiz de Fora, Minas Gerais
Mauro Augusto Tostes Ferreira
333-9800
Av Raja Gabaglia 1002
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jose da Frota Vasconcelos
(35) 3221-1091
Av Sao Jose 187
Varginha, Minas Gerais
Manoel Nunes da Silva
333-2631
Av. Leopoldino Oliveira 4488 - Sala 101
Uberaba, Minas Gerais
Valeria Loureiro Rocha
348-9600
Av Silviano Brandao 1600
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marco Tulio Salles Rezende
333-9711
Av do Contorno 9530 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Roberto Leal da Silveira
(31) 3292-0820
Av Raja Gabaglia 1000 - 1000 Sl 604
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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