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Epilepsia Uruguaiana, Rio Grande do Sul

Conheça os resultados de uma pesquisa que avaliou pacientes portadores epilepsia e neurocisticercose operados. "O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises", destaca o autor. Confira os detalhes. Consulte a lista de especialistas da área, em Uruguaiana.

Kelly de Oliveira Harada
(55) 3222-5188
R Duque de Caxias 1668 - Sala:601
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Alessandro Finkelsztejn
(51) 3314-8590
Rua Mostardeiro 5 - Independencia
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Jucelei de Fatima Visioli Melo
(51) 3488-4352
Adolfo Inacio de Barcelos 568
Gravatai, Rio Grande do Sul
Marisa Nudelman
513-2111
R Vigario Jose Inacio 399 - Sl. 603
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Ericson Sfredo
(51) 3330-0244
R Doutor Florencio Ygartua 270 - Sl. 1109
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marco Antonio Stefani
513-3113
R Costa 30 - Sl. 211
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Joao Guilherme Valentim Neto
(51) 3315-1504
Av. Ipiranga 6690 - Cj. 809
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Leonardo Frighetto
(54) 3311-1266
R R Teixeira Soares 885 - Sl 1001
Passo Fundo, Rio Grande do Sul
Julia Maria Silveira Pereira
(53) 227-9036
R Felix da Cunha 755 - Sl. 703
Pelotas, Rio Grande do Sul
Marcelo Simoni Simoes
(51) 3230-2728
Costa 30 - Sala 603
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Epilepsia

Cirurgia é eficaz para epilepsia com neurocisticercose e presença de larvas de Taenia no cérebro de epilépticos pode ser coincidência

A presença de larvas de T. solium no sistema nervoso central é tida como um indício de epilepsia. O tratamento cirúrgico é eficaz para pacientes portadores de epilepsia e neurocisticercose, segundo mostra pesquisa  
desenvolvida no Laboratório de Investigação em Epilepsia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP/USP).

A constatação foi feita pela médica Vera Cristina Terra Bustamante, que analisou pacientes do Centro de Cirurgia de Epilepsia do Hospital das Clínicas (Cirep), sob a orientação do professor João Pereira Leite.

A cirurgia é recomendada para pacientes com epilepsia do lobo temporal cujas crises não podem ser controladas, mesmo por doses altas de remédios que podem ser tóxicas. Nessa forma da doença (a mais comum, respondendo por cerca de 40% das epilepsias de adultos), a lesão básica, conhecida como esclerose hipocampal, encontra-se no hipocampo.

Os pacientes apresentam perda de consciência e automatismos diversos. O objetivo da cirurgia é retirar a região atrofiada do cérebro que causa as crises.
Até hoje, não se recomendava a cirurgia para pacientes que, além da epilepsia, apresentavam neurocisticercose. Esta infecção, caracterizada pela presença de larvas da Taenia solium no sistema nervoso central, é aceita pelos neurologistas como indício de epilepsia. Em torno da larva, desenvolve-se reação inflamatória, com a formação de uma cápsula fibrosa; se a larva degenerar, ocorre uma calcificação. Acreditava-se que a cirurgia não seria eficaz nesses casos, pois além de extrair a parte atrofiada do hipocampo, seria preciso também retirar as calcificações. "Se elas estiverem em regiões nobres do cérebro, sua retirada pode trazer déficit ao paciente", explica João Pereira Leite.
Submeteram-se a cirurgia 30 pacientes com epilepsia sem calcificação e 32 que também apresentavam neurocisticercose. No pós-operatório, 76,6% dos pacientes do primeiro grupo e 81,2% dos do segundo apresentaram prognóstico excelente. Todos eles tiveram os primeiros sintomas da epilepsia durante a segunda década de vida. A média de idade em que esses sintomas surgiram era de 10,1 anos no primeiro grupo e 11,9 no segundo. A percentagem de pacientes que apresentaram convulsões prolongadas ou meningite na infância é muito semelhante: 80% no primeiro grupo e 72% no segundo.
Segundo...

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