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Câncer de próstata Campo Largo, Paraná

Dor aguda e aumento do volume podem indicar tumor nos testículos, o autor descreve os sintomas. Saiba como fazer o auto-exame dos testículos. Conheça também, quais são os fatores de risco dessa doença e a sua evolução. Consulte a lista de especialistas da área, em Campo Largo.

Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
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Curitiba, Paraná
Mauricio Massashi Seko
(44) 3422-1478
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Paranavai, Paraná
Sergio Luiz Janczeski Junior
(46) 224-2539
Av. Brasil 530 - 3º Andar
Pato Branco, Paraná
Renato Sonda
(45) 222-5550
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Cascavel, Paraná
Gedson Evaristo de Santi
43 3329-2002
Avenida Santos Dumont 1308 - Urologia Londrina S/S Ltda.
Londrina, Paraná
Frederico Ramalho Romero
(41) 3322-5566
Rua Vicente Machado 401
Curitiba, Paraná
Regional Hospital de Caridade N. Sra. Aparecida
(42) 3524-3388
Br 476 - Km 03
Uniao Da Vitoria, Paraná
Fabio Franzoni
(46) 3225-8354
R Tocantins 2320 - Sala 102
Pato Branco, Paraná
Roberto Shigueyasu Yamada
(46) 224-5118
Rua Itacolomi 1195
Pato Branco, Paraná
Wlademir Aparecido de Souza
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Maringa, Paraná
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Câncer de próstata

Dor aguda e aumento do volume pode indicar tumor nos testículos.

Considerado o mais raro entre os tumores malignos no homem, o câncer de testículo muitas vezes pode ser confundido com uma inflamação aguda. Atinge principalmente indivíduos jovens, sexualmente ativos e em plena idade reprodutiva. Apesar de ter uma rápida evolução, esse tipo de tumor apresenta elevado índice de cura, quando diagnosticado precocemente. 

Representando menos de 1% dos tumores que acometem os homens, os Tumores Germinativos do Testículo (TGT) têm maior incidência em indivíduos entre 15 e 35 anos, podendo ser confundidos com uma inflamação dos testículos e do epidídimo - canal que coleta e leva o esperma até a ejaculação. "Todo paciente jovem com manifestações escrotais, como aumento de volume recente e dor aguda, que não melhoram após dez dias de tratamento com antibióticos, deve ser reavaliado cuidadosamente e submetido a exame ultra-sonográfico para descartar a hipótese de tumor", explica Luciano Nesrallah, chefe do Setor de Tumores Urológicos da Disciplina de Urologia da Unifesp.

De acordo com o especialista, os mecanismos implicados no desenvolvimento da doença ainda são desconhecidos. Porém, ela é mais comum em homens com atrofia testicular e criptorquidia, uma falha na descida do testículo para o escroto durante o desenvolvimento fetal. O histórico familiar, a infecção por HIV e a ingestão materna de estrógenos no início da gestação também são fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer. Por motivos desconhecidos, os TGT são cinco vezes mais raros em negros.

Nesrallah explica que, apesar de a doença ser agressiva e de rápida evolução, o câncer de testículo é, atualmente, considerado um dos tumores com maior índice de cura (cerca de 92%), pois responde muito bem à quimioterapia. "Por isso, é imprescindível o diagnóstico precoce e a intervenção rápida, com a retirada do testículo comprometido", afirma o urologista. "A extração de apenas um dos testículos não interfere na potência sexual masculina, um dos maiores medos desses pacientes. Quando é necessária a retirada de ambos, entretanto, é preciso, em 60% dos casos, estabelecer a reposição hormonal, devido a queixas de queda de libido".

Auto-exame

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o exame físico dos testículos é uma maneira eficaz de detectar tumores e deve ser feito mensalmente, sempre após um banho quente, pois o calor relaxa o escroto e facilita a obser...

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