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Câncer de próstata Florianópolis, Santa Catarina

Dor aguda e aumento do volume podem indicar tumor nos testículos, o autor descreve os sintomas. Saiba como fazer o auto-exame dos testículos. Conheça também, quais são os fatores de risco dessa doença e a sua evolução. Consulte a lista de especialistas da área, em Florianópolis.

Marcio Hiroshi Ikeda
2108-8888
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Florianopolis, Santa Catarina
Ari Rocha
3222-3605
Rua Menino Deus 25
Florianopolis, Santa Catarina
Flavio Jose Fernandes Lima
2108-8888
Av Osmar Cunha 415
Florianopolis, Santa Catarina
Eduardo Porto Ribeiro
2108-8888
Av Osmar Cunha 415
Florianopolis, Santa Catarina
Alvaro Kraemer Souto
3248-8778
Rua Arnoldo Candido Raulino 183
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Denizard Leon da Silva
2108-8888
Av Osmar Cunha 415
Florianopolis, Santa Catarina
Edison Yoshikasu O Nomura
(48) 3223-7235
Ruaereu Ramos 19 - Sala 412
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Sergio Rubem Porto
2108-8888
Av Osmar Cunha 415
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Marcelo Mesquita Moreira
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Rod SC 403 6505
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Edison Yoshikasu Otiai Nomura
3223-7235
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Câncer de próstata

Dor aguda e aumento do volume pode indicar tumor nos testículos.

Considerado o mais raro entre os tumores malignos no homem, o câncer de testículo muitas vezes pode ser confundido com uma inflamação aguda. Atinge principalmente indivíduos jovens, sexualmente ativos e em plena idade reprodutiva. Apesar de ter uma rápida evolução, esse tipo de tumor apresenta elevado índice de cura, quando diagnosticado precocemente. 

Representando menos de 1% dos tumores que acometem os homens, os Tumores Germinativos do Testículo (TGT) têm maior incidência em indivíduos entre 15 e 35 anos, podendo ser confundidos com uma inflamação dos testículos e do epidídimo - canal que coleta e leva o esperma até a ejaculação. "Todo paciente jovem com manifestações escrotais, como aumento de volume recente e dor aguda, que não melhoram após dez dias de tratamento com antibióticos, deve ser reavaliado cuidadosamente e submetido a exame ultra-sonográfico para descartar a hipótese de tumor", explica Luciano Nesrallah, chefe do Setor de Tumores Urológicos da Disciplina de Urologia da Unifesp.

De acordo com o especialista, os mecanismos implicados no desenvolvimento da doença ainda são desconhecidos. Porém, ela é mais comum em homens com atrofia testicular e criptorquidia, uma falha na descida do testículo para o escroto durante o desenvolvimento fetal. O histórico familiar, a infecção por HIV e a ingestão materna de estrógenos no início da gestação também são fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer. Por motivos desconhecidos, os TGT são cinco vezes mais raros em negros.

Nesrallah explica que, apesar de a doença ser agressiva e de rápida evolução, o câncer de testículo é, atualmente, considerado um dos tumores com maior índice de cura (cerca de 92%), pois responde muito bem à quimioterapia. "Por isso, é imprescindível o diagnóstico precoce e a intervenção rápida, com a retirada do testículo comprometido", afirma o urologista. "A extração de apenas um dos testículos não interfere na potência sexual masculina, um dos maiores medos desses pacientes. Quando é necessária a retirada de ambos, entretanto, é preciso, em 60% dos casos, estabelecer a reposição hormonal, devido a queixas de queda de libido".

Auto-exame

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o exame físico dos testículos é uma maneira eficaz de detectar tumores e deve ser feito mensalmente, sempre após um banho quente, pois o calor relaxa o escroto e facilita a obser...

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