Ossos Pinhais, Paraná

Estude sobre a composição corporal óssea. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais explicam esse tema. Entenda como acontece a formação dos ossos, bem como outros detalhes pertinentes ao esqueleto. Consulte a lista de especialistas da área, em Pinhais.

Iara Rute Correa Duarte
(45) 9933-0288
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Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

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Cintimagem Clin. de Medicina Nuclear
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Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Nuclear

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Claudio Tacashi Takada
(41) 9157-2909
Av: João Gualberto 1988
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Joao Bosco da Rocha Strozzi
(41) 3212-3213
Av Pres Kennedy 4121 - Shopping Palladium
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

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Analisa Lab. de Anal. Clinicas
(41) 3015-1816
Rua Padre Ildefonso 58
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Champagnat Clin. e Lab.
(41) 3335-5252
Rua Des. Isaias Bevilaqua 512
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Paulo Renato Calliari
(41) 3224-3346
R. Lourenço Pinto 196 - Cj 802
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Salmo Raskin
(41) 3306-6838
Rua Saldanha Marinho 1782
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Affonso Coelho
(41) 3222-4896
Av Marechal Floriano Peixoto 228 - Cj 604
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Carlos Augusto Villegas Chirinos
(41) 3335-1216
Rua Jacarezinho 394 (Ao lado da Torre da Oi)
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Especialidade
Medicina Estetica

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Ossos

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Osteoporose - Composição corporal óssea

Desenvolvimento da Osteoporose O osso é um tecido extremamente complexo, com três componentes principais: matriz orgânica, componente mineral e componente celular (osteoblastos, osteoclastos e osteócitos).

O esqueleto é composto por dois tipos de ossos: o cortical e o trabecular. O osso cortical é responsável por 80% da massa esquelética, está presente nas epífises dos ossos longos e é encontrado como revestimento de todos os ossos do organismo. É formado por séries de estruturas que estão muito próximas, chamadas osteons. O arranjo desse tipo de osso torna-o efetivamente resistente a curvaturas.

O osso trabecular constitui cerca de 20% da massa esquelética e é encontrado nos corpos vertebrais, nas epífises dos ossos longos e nos ossos chatos. Na sua superfície o número de células por unidade de volume é maior do que no osso cortical, o que determina sua maior atividade metabólica. É formado por uma intrincada rede de trabéculas interconectadas que lhe confere maior resistência à compressão. Tem relação superfície/volume consideravelmente maior do que a do osso cortical, e mesmo que contribua com apenas 20% na formação do esqueleto, possui cerca de 80% da superfície disponível - local onde ocorre a remodelação. O processo metabólico varia bastante entre sítios compostos por esse mesmo tipo de osso. Assim, o osso trabecular do corpo vertebral tem maior índice de remodelação do que o fêmur ou o rádio. Saúde em Movimento.com.br

Microscopicamente, os ossos são formados por cristais de hidroxiapatita de cálcio e fibras de colágeno, as quais estão embebidas em uma substância amorfa que contém mucopolissacarídeos. Este tecido de sustentação está em constante remodelação - através do qual o ¨osso velho¨ é substituído por ¨osso novo¨, numa espécie de programa de manutenção preventiva - através de um mecanismo mediado basicamente por dois tipos de células: osteoblastos e os osteoclastos.

A atividade anabólica do osso (formação) é mediada pelos osteoblastos, que derivam das células-tronco do tecido conjuntivo, as quais são responsáveis pela síntese dos constituintes orgânicos do osso (fibras colágenas e mucopolissacarídeos) e, conseqüentemente, pela calcificação da matriz osteóide. A atividade catabólica (reabsorção) é mediada pelos osteoclastos, que são células gigantes multinucleadas da linhagem dos macrófagos - derivadas de monócitos circulantes - e que possuem grande número de enzimas. Os osteócitos são conhecidos como moduladores da atividade celular, já que determinam reativação óssea da transmissão de impulsos mecânicos e elétricos (Marinho, 1995).

Autoras: Prof. Claudia Maria Oliveira Simões, Joseane Ganske de Carvalho e Marcília Baticy Monteiro Morais - UFSC Mande um e-mail
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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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