Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Sono Itapevi, São Paulo

Entenda porque uma boa noite de sono ajuda a melhorar o aprendizado. Pesquisadores explicam como o cochilo neural interfere na retenção da aprendizagem. "Sem sono, o cérebro chega a um ponto de saturação que cobra seu preço da capacidade de aprendizado", d Consulte a lista de especialistas da área, em Itapevi.

Delboni Auriemo
(11) 3049-6999
Juruá 434
Barueri, São Paulo
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Rafael Andrade Moscatiello
(11) 5532-1342
Av. dos Bandeirantes 3426 - Campo Belo
São Paulo, São Paulo
Marcio Henrique de Oliveira Mattos
(11) 3965-2783
R Luis Vasconcelos 35
São Paulo, São Paulo
Masayuki Nakagawa Junior
(11) 3078-0716
Rua Tabapuã 821 - Cj 66
São Paulo, São Paulo
Delboni Auriemo
Av. Jurua 434
Barueri, São Paulo
Reynaldo Augusto Machado
R Martiniano de Carvalho 883
São Paulo, São Paulo
Terry Rocha de Medeiros
5052-1087
Avenida República do Líbano 2123
São Paulo, São Paulo
Luciana Campos Nascimento
(11) 9114-6454
Rua Dr. Veiga Filho 351 - Cj. 181
São Paulo, São Paulo
Karen Martins Sola
(11) 2109-3791
Av. Nova Cantareira 3659
São Paulo, São Paulo
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Sono

Cochilo neural - Aprendizado está relacionado com bom sono

Depois de muitas horas sem dormir, o cérebro parece se tornar incapaz de aprender e absorver - mas depois de várias horas de sono ele volta ao normal. A maioria das pessoas já passou tal experiência. Mas só agora cientistas conseguiram esclarecer o fenômeno.

Pesquisadoras da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, afirmam que o sono tem um papel fundamental na capacidade do cérebro para reagir ao ambiente. Essa capacidade, conhecida como plasticidade, é central para o aprendizado.

No estudo, publicado no último domingo (20/1) na edição on-line da revista Nature Neuroscience, os cientistas utilizaram diversas técnicas para mostrar que as sinapses - conexões entre células nervosas cruciais para a plasticidade cerebral - eram mais fortes em roedores quando eles estavam acordados e mais fracas durante o sono.

A descoberta reforça a hipótese, defendida pelos autores da pesquisa, de que as pessoas dormem para que as sinapses possam diminuir e prepará-las para uma nova rodada de aprendizado e fortalecimento sináptico.

O cérebro humano gasta até 80% de sua energia com as sinapses, constantemente acrescentando e fortalecendo conexões em resposta a todos os tipos de estímulos, de acordo com a autora principal do estudo, Chiara Cirelli, professora associada de psiquiatria.

Como cada um dos milhões de neurônios no cérebro humano realiza milhares de sinapses, esse dispêndio de energia "é imenso e não pode ser mantido."

"Nós precisamos de um período de desligamento em que não fiquemos expostos ao ambiente para, assim, diminuirmos as sinapses", disse Chiara. "Acreditamos que é por isso que todos os organismos vivos dormem. Sem sono, o cérebro chega a um ponto de saturação que cobra seu preço da capacidade de aprendizado", disse.

Para testar a teoria, os pesquisadores realizaram estudos moleculares e eletrofisiológicos em ratos para avaliar a potenciação (fortalecimento) e a depressão (enfraquecimento) das sinapses, acompanhando os estados de sono e vigília.

Numa bateria de experimentos, eles avaliaram fatias do cérebro para medir o número de receptores específicos que se moveram para as sinapses. "Pesquisas recentes mostraram que, enquanto a atividade sináptica aumenta, mais desses receptores glutamatérgicos entram nas sinapses e as deixam maiores e mais fortes", explicou Chiara.

O grupo de Wisconsin ficou surpreso ao descobrir que ratos tinham um aumento de quase 50% dos receptores depois de um período em vigília, em comparação com ratos que haviam dormido.

Homeostase sináptica

Num segundo experimento molecular, os cientistas examinaram como vários dos receptores sofreram fosforilação - outro indicador de potenciação sináptica. Eles encontraram níveis de fosforilação muito mais altos durante a vígilia que durante o sono. Os resultados foram os mesmos quando foram medidas outras enzimas que normalmente estão ativas durante a potenc...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento