Osteoporose Brasília, DF
(61) 3429-5246
Brasilia, DF
(61) 3321-0005
Brasilia, DF
Brasilia, DF
(61) 3245-6668
Brasilia, DF
(61) 3226-2477
Brasilia, DF
(61) 3346-3121
Brasilia, DF
61 - 3561-0007
Taguatinga, DF
Osteoporose
Osteoporose - Os homens também correm o risco de ter osteoporose?
| Estima-se que até 2.025 o número de fraturas femurais em homens seja igual ao das mulheres hoje (Costa, 1998). Embora com menor incidência, os homens também estão propensos a adquirir osteoporose, que é sempre secundária. A menor incidência de osteoporose primária deve-se ao maior pico de massa óssea adquirido pelo homem, à menor expectativa de vida e à ausência de menopausa. Dados estatísticos sobre a doença nos homens:
Os fatores de risco são: Saúde em Movimento.com.br
O álcool diminui o nível de testosterona plasmática que diminui a atividade dos osteoblastos e leva a uma diminuição da osteocalcina sérica (cuja síntese depende de vitamina K). Como conseqüência, há uma diminuição da absorção de cálcio pelo intestino, ocasionando hipercalcemia e aumento da secreção do paratormônio. Ocorre então a hidroxilação hepática, ou seja, a redução de metabólitos séricos ativos de vitamina D. O álcool leva, também, ao aumento do cortisol plasmático. O fumo é provavelmente um dos maiores fatores de risco, uma vez que, acredita-se, interfere na absorção intestinal de cálcio (Costa,1998). Uma ingestão maior do que 320mg de cafeína por dia (3-4 xícaras de café) pode aumentar a calciúria (perda de cálcio na urina). O excesso de proteínas aumenta o sódio e o cálcio urinários devido à acidose metabólica. Os corticóides aumentam a reabsorção e diminuem a formação óssea, além de causar efeitos semelhantes aos do álcool: diminuição da absorção intestinal de cálcio, hipercalcemia, aumento da secreção do paratormônio e estímulo da atividade osteoclástica. O hipogonadismo é o decréscimo progressivo de testosterona, sendo que é maior nos indivíduos com doenças sistêmicas. Nos homens não há, via de regra, um quadro clínico muito evidente; alguns apresentam estresse, depressão, cansaço, desinteresse e perda da libido. A redução da produção desse hormônio começa, em 30% dos casos, a partir dos 40 ... |
