Osteoporose Brasília, DF

Conheça os fatores de risco de desenvolvimento da osteoporose em homens. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais dissertam sobre a incidência dessa doença no grupo masculino. "Os homens também estão propensos a adquirir osteoporose, q Consulte a lista de especialistas da área, em Brasília.

Ursula Tatiana Farias Rodrigues
(61) 3321-0005
Shs Bloco C Sala 302 - Edifício Brasil 21
Brasilia, DF
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Pasteur Medicina Diagnostica
(61) 3346-3121
Seps 712 - /912 Conj. B Bloco 04 Lojas 02/03 Sl 103
Brasilia, DF
Especialidade
Genética Médica

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Andrea Franco Amoras Magalhaes
(61) 3429-5246
Scn Qd 06 Conj a Bl C 2 - Asa Norte
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Alano Batista Maranhão
(61) 3468-3979
Ql 04 - Conj. 05 - Casa 10
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Litus Medicos
(61) 3963-0400
cln 212 Bl A, s/n qd 716 sl 404 A Sul
Brasília, DF

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Maria da Graca dos Santos
Shls 716 - Torre Ii Sala 120 Centro Clínico Sul
Brasilia, DF
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Tatiana Maia Jorge de Ulhôa Barbosa
(61) 3245-6668
Setor Hospitalar Local Sul 716 - Qda 716 Conjunto &Quot;C&Quot;
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Ana Cláudia da Câmara Sousa
(61) 3226-2477
Srtvs Q 701 - Conjunto L Bloco 02 N 30 Sala 115
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Especialidade
Nutrologia

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R.C
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SEPN 516 Bl F, s/n lt 10 lj 154
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Neurofis
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Osteoporose

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Osteoporose - Os homens também correm o risco de ter osteoporose?

Estima-se que até 2.025 o número de fraturas femurais em homens seja igual ao das mulheres hoje (Costa, 1998). Embora com menor incidência, os homens também estão propensos a adquirir osteoporose, que é sempre secundária. A menor incidência de osteoporose primária deve-se ao maior pico de massa óssea adquirido pelo homem, à menor expectativa de vida e à ausência de menopausa.

Dados estatísticos sobre a doença nos homens:

a mortalidade e a morbidade em fraturas de fêmur é o dobro em relação às mulheres;

ocorre perda de osso cortical (osso compacto) de 2-4% a cada década, a partir dos 40 anos e de osso trabecular (osso esponjoso) de 7-12% a cada década, a partir dos 30-35 anos;

apresentam 15% de todas as fraturas compressivas osteoporóticas vertebrais;

ocorrem 20-25% do total das fraturas de fêmur nos homens (Costa, 1998).

Os fatores de risco são: Saúde em Movimento.com.br

histórico familiar de osteoporose e fraturas;

inatividade física;

tabagismo e/ou alcoolismo;

doenças malignas;

baixa ingestão de cálcio; Saúde em Movimento.com.br

síndrome de má absorção e/ou desnutrição;

ingestão em excesso de sódio, cafeína e proteínas;

uso prolongado de cortisona;

hipogonadismo;

gastrectomia;

doenças hepáticas que reduzem os níveis de testosterona.

O álcool diminui o nível de testosterona plasmática que diminui a atividade dos osteoblastos e leva a uma diminuição da osteocalcina sérica (cuja síntese depende de vitamina K). Como conseqüência, há uma diminuição da absorção de cálcio pelo intestino, ocasionando hipercalcemia e aumento da secreção do paratormônio. Ocorre então a hidroxilação hepática, ou seja, a redução de metabólitos séricos ativos de vitamina D. O álcool leva, também, ao aumento do cortisol plasmático.

O fumo é provavelmente um dos maiores fatores de risco, uma vez que, acredita-se, interfere na absorção intestinal de cálcio (Costa,1998).

Uma ingestão maior do que 320mg de cafeína por dia (3-4 xícaras de café) pode aumentar a calciúria (perda de cálcio na urina). O excesso de proteínas aumenta o sódio e o cálcio urinários devido à acidose metabólica.

Os corticóides aumentam a reabsorção e diminuem a formação óssea, além de causar efeitos semelhantes aos do álcool: diminuição da absorção intestinal de cálcio, hipercalcemia, aumento da secreção do paratormônio e estímulo da atividade osteoclástica.

O hipogonadismo é o decréscimo progressivo de testosterona, sendo que é maior nos indivíduos com doenças sistêmicas. Nos homens não há, via de regra, um quadro clínico muito evidente; alguns apresentam estresse, depressão, cansaço, desinteresse e perda da libido. A redução da produção desse hormônio começa, em 30% dos casos, a partir dos 40 ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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