Osteoporose Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Conheça os fatores de risco de desenvolvimento da osteoporose em homens. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais dissertam sobre a incidência dessa doença no grupo masculino. "Os homens também estão propensos a adquirir osteoporose, q Consulte a lista de especialistas da área, em Campo Grande.

Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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r 7 de Setembro, 2500 Vila XV de Novembro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Mais Campo Grande Ms
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Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

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Ana Paula Lanza Paes-Pediatra Neonatologista
(67) 3327-0129
r Mar Antilhas, 19 Chácara Cachoeira
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Celso Tabosa, Dr./Ultra-Sonografia Monte Líbano
(67) 3027-6137
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Centro Clínico Saúde Integrada
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Osteoporose

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Osteoporose - Os homens também correm o risco de ter osteoporose?

Estima-se que até 2.025 o número de fraturas femurais em homens seja igual ao das mulheres hoje (Costa, 1998). Embora com menor incidência, os homens também estão propensos a adquirir osteoporose, que é sempre secundária. A menor incidência de osteoporose primária deve-se ao maior pico de massa óssea adquirido pelo homem, à menor expectativa de vida e à ausência de menopausa.

Dados estatísticos sobre a doença nos homens:

a mortalidade e a morbidade em fraturas de fêmur é o dobro em relação às mulheres;

ocorre perda de osso cortical (osso compacto) de 2-4% a cada década, a partir dos 40 anos e de osso trabecular (osso esponjoso) de 7-12% a cada década, a partir dos 30-35 anos;

apresentam 15% de todas as fraturas compressivas osteoporóticas vertebrais;

ocorrem 20-25% do total das fraturas de fêmur nos homens (Costa, 1998).

Os fatores de risco são: Saúde em Movimento.com.br

histórico familiar de osteoporose e fraturas;

inatividade física;

tabagismo e/ou alcoolismo;

doenças malignas;

baixa ingestão de cálcio; Saúde em Movimento.com.br

síndrome de má absorção e/ou desnutrição;

ingestão em excesso de sódio, cafeína e proteínas;

uso prolongado de cortisona;

hipogonadismo;

gastrectomia;

doenças hepáticas que reduzem os níveis de testosterona.

O álcool diminui o nível de testosterona plasmática que diminui a atividade dos osteoblastos e leva a uma diminuição da osteocalcina sérica (cuja síntese depende de vitamina K). Como conseqüência, há uma diminuição da absorção de cálcio pelo intestino, ocasionando hipercalcemia e aumento da secreção do paratormônio. Ocorre então a hidroxilação hepática, ou seja, a redução de metabólitos séricos ativos de vitamina D. O álcool leva, também, ao aumento do cortisol plasmático.

O fumo é provavelmente um dos maiores fatores de risco, uma vez que, acredita-se, interfere na absorção intestinal de cálcio (Costa,1998).

Uma ingestão maior do que 320mg de cafeína por dia (3-4 xícaras de café) pode aumentar a calciúria (perda de cálcio na urina). O excesso de proteínas aumenta o sódio e o cálcio urinários devido à acidose metabólica.

Os corticóides aumentam a reabsorção e diminuem a formação óssea, além de causar efeitos semelhantes aos do álcool: diminuição da absorção intestinal de cálcio, hipercalcemia, aumento da secreção do paratormônio e estímulo da atividade osteoclástica.

O hipogonadismo é o decréscimo progressivo de testosterona, sendo que é maior nos indivíduos com doenças sistêmicas. Nos homens não há, via de regra, um quadro clínico muito evidente; alguns apresentam estresse, depressão, cansaço, desinteresse e perda da libido. A redução da produção desse hormônio começa, em 30% dos casos, a partir dos 40 ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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