Cardiologista Barreiras, Bahia

Encontre cardiologista em Barreiras. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Denise Sales Moreira
713-3580
Av Acm 429 - S/302 Centro Emp Itaigara Sul
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Luiz Fernando Ferreira de Pinho
(71) 3331-6331
R João das Botas 14 - Centro Médico João das Botas S/406408
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria de Fátima Martins Fortuna
(71) 3357-8800
Av Dom João Vi 1291 - Hospital Evangélico da Bahia
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Alice Bezerra de Andrade
(71) 3357-8739
Av Dom João Vi 1291 - Hospital Evangélico da Bahia
Salvador, Bahia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Paulo Barreto Torres
(71) 3521-0309
R José Baraúna 8 - Clínica Ame
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Vânia Goyanna Pinheiro Silva
(71) 3354-6587
Av Acm 429 - S/206207 Centro Emp Itaigara Sul
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Veruska Oliveira
(71) 2201-2201
Salvador, Bahia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Antonio Eduardo
(71) 3203-0400
Cirurgia Geral Coloproctologia
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Áurea Sapucaia Câmera
713-3213
Av Sete de Setembro 71 - Ed Executivo S/613614 6º Andar
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Idalina M. Santana
(71) 2107-1288
Rua Junqueira Ayres - Shopping Piedade 4º Piso
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Cardiologista

Fornecido por: 

Bradicardia é a freqüência cardíaca menor que 60 batimentos/minuto (em adultos).

O bloqueio atrioventricular (AV) é um distúrbio de condução elétrica através do nó atrioventricular. O bloqueio AV pode ser classificado como primeiro grau (intervalo PR prolongado); segundo grau (Tipo I ou II intermitente com dissociação P-QRS) ou terceiro grau (bloqueio AV total).


CAUSAS TÓXICAS

As causas tóxicas mais importantes incluem:

  • Bloqueadores beta-adrenérgicos
  • Antagonistas de cálcio
  • Inibidores de colinesterase (organofosforados/carbamatos e agentes neurotóxicos)
  • Clonidina e outros agonistas alfa-2 adrenérgicos de ação central
  • Digitálicos e outros glicosídeos cardíacos
  • Opióides
  • Fenilpropanolamina, fenilefrina (hIpertensão com bradicardia reflexa)


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Infarto do miocárdio ou isquemia coronariana
  • Hipercalemia
  • Hipoxemia (grave)
  • Hipotermia
  • Hipotireoidismo
  • Doença intrínsica do sistema de condução
  • Aumento de pressão intracraniana
  • Síncope vaso-vagal


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Pacientes com bradicardia ou bloqueio AV podem estar assintomáticos, ou podem apresentar tontura ou síncope.

Outras manifestações clínicas observadas dependem do agente causal. Pacientes com hipertensão grave secundária a um potente vasoconstritor (por exemplo, fenilpropanolamina) podem apresentar bradicardia reflexa à hipertensão (resposta reflexa baroreceptora). As intoxicações por beta-bloqueadores ou bloqueadores do canal de cálcio são usualmente acompanhadss por hipotensão.

Inibidores de colinesterase usualmente causam sudorese excessiva, cólicas abdominais e diarréia. Digitálicos geralmente causam vômitos e, nas intoxicações agudas, os níveis de potássio sérico estão frequentemente elevados.

Opióides e clonidina usualmente causam depressão do nível de consciência e miose.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Um monitor cardíaco é essencial para determinar a atividade elétrica cardíaca e deve ser instalado imediatamente e observado continuamente.

As seguintes investigações complementares podem ser úteis durante o tratamento:

  • Gasometria arterial
  • Raio X
  • ECG
  • Eletrólitos séricos
  • Digoxina ou digitoxina sérica (na suspeita de intoxicação digitálica)
  • Atividade de colinesterase sérica e eritrocitária (na suspeita de intoxicação por organofosforados)


TRATAMENTO

Em pacientes sem evidências clínicas de hipoperfusão de órgãos vitais, a simples observação clínica, o estabelecimento de acesso intravenoso, a administração de oxigênio suplementar e a monitorização do ritmo cardíaco podem ser suficientes.

No paciente inconsciente, os procedimentos são semelhantes aos da parada cárdio-respiratória.

Quando o agente tóxico é conhecido ou suspeito, os ant...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net