Cardiologista Campina Grande, Paraíba

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Neide Maria Cantalice Agra
(83) 3332-7273
Rua Vidal de Negreiros 164 - 1º Andar
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Arabela Cunha Gomes da Silva
(83) 3244-8853
Av Juarez Tavora 522 - Sl. 504Edf. Maximum
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Jose Arnaldo Tavares de Melo
(83) 226-3700
R. Manoel Cavalcante de Souzaê 138
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Neide Maria Cantalice Agra
(83) 3332-7273
Rua Vidal de Negreiros 164 - 1º Andar
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Raul da Costa Agra Filho
(83) 3322-6054
Rua Vidal de Negreiros 164 - 1º Andar
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Raul da Costa Agra Filho
(83) 3322-6054
Rua Vidal de Negreiros 164 - 1º Andar
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gloria Barros de Jesus Medeiros
832-1067
Av Presidente Epitacio Pessoan 114
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Silveira da Cunha Araujo
(83) 221-1807
R. Borja Peregrino 186 - Sl 02 Terreo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Heloisa Helena Ferreira Espinola Almeida
(83) 3222-6919
Av Joao Machado 849 - Sl 510Empresarial Monte Carlo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Ana Emilia Lins Silva de Medeiros
(83) 3244-4437
Av Epitacio Pessoa 1251 - Salas 301/302
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Cardiologista

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Bradicardia é a freqüência cardíaca menor que 60 batimentos/minuto (em adultos).

O bloqueio atrioventricular (AV) é um distúrbio de condução elétrica através do nó atrioventricular. O bloqueio AV pode ser classificado como primeiro grau (intervalo PR prolongado); segundo grau (Tipo I ou II intermitente com dissociação P-QRS) ou terceiro grau (bloqueio AV total).


CAUSAS TÓXICAS

As causas tóxicas mais importantes incluem:

  • Bloqueadores beta-adrenérgicos
  • Antagonistas de cálcio
  • Inibidores de colinesterase (organofosforados/carbamatos e agentes neurotóxicos)
  • Clonidina e outros agonistas alfa-2 adrenérgicos de ação central
  • Digitálicos e outros glicosídeos cardíacos
  • Opióides
  • Fenilpropanolamina, fenilefrina (hIpertensão com bradicardia reflexa)


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Infarto do miocárdio ou isquemia coronariana
  • Hipercalemia
  • Hipoxemia (grave)
  • Hipotermia
  • Hipotireoidismo
  • Doença intrínsica do sistema de condução
  • Aumento de pressão intracraniana
  • Síncope vaso-vagal


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Pacientes com bradicardia ou bloqueio AV podem estar assintomáticos, ou podem apresentar tontura ou síncope.

Outras manifestações clínicas observadas dependem do agente causal. Pacientes com hipertensão grave secundária a um potente vasoconstritor (por exemplo, fenilpropanolamina) podem apresentar bradicardia reflexa à hipertensão (resposta reflexa baroreceptora). As intoxicações por beta-bloqueadores ou bloqueadores do canal de cálcio são usualmente acompanhadss por hipotensão.

Inibidores de colinesterase usualmente causam sudorese excessiva, cólicas abdominais e diarréia. Digitálicos geralmente causam vômitos e, nas intoxicações agudas, os níveis de potássio sérico estão frequentemente elevados.

Opióides e clonidina usualmente causam depressão do nível de consciência e miose.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Um monitor cardíaco é essencial para determinar a atividade elétrica cardíaca e deve ser instalado imediatamente e observado continuamente.

As seguintes investigações complementares podem ser úteis durante o tratamento:

  • Gasometria arterial
  • Raio X
  • ECG
  • Eletrólitos séricos
  • Digoxina ou digitoxina sérica (na suspeita de intoxicação digitálica)
  • Atividade de colinesterase sérica e eritrocitária (na suspeita de intoxicação por organofosforados)


TRATAMENTO

Em pacientes sem evidências clínicas de hipoperfusão de órgãos vitais, a simples observação clínica, o estabelecimento de acesso intravenoso, a administração de oxigênio suplementar e a monitorização do ritmo cardíaco podem ser suficientes.

No paciente inconsciente, os procedimentos são semelhantes aos da parada cárdio-respiratória.

Quando o agente tóxico é conhecido ou suspeito, os ant...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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