Cardiologista Caxias do Sul, Rio Grande do Sul

Encontre cardiologista em Caxias do Sul. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Alvaro Jose Castilhos
(54) 221-4398
Garibaldi 789
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Carlos Roberto R. Vargas e Cia
(53) 3231-3500
Marechal Floriano Peixoto 508
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Newton Luiz Numa Peixoto Primo
(53) 231-5304
R Zalony 160 - Sl. 606
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Antonio Leivas Lang
(53) 3222-5522
Rua Padre Anchieta 2445
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Arlinda Quesada Beck
3320-3000
Ipiranga 6690 6690
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Thyrso Andrade Machado
(55) 3220-4438
R Av Presidente Vargas 2291
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alvaro Jose Castilhos
(54) 221-4398
Garibaldi 789
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marcio Pereira Hetzel
(51) 3214-8000
Av Independencia 330 - Sl. 201
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Interna

Dados Divulgados por
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Cardiologista

Fornecido por: 

Bradicardia é a freqüência cardíaca menor que 60 batimentos/minuto (em adultos).

O bloqueio atrioventricular (AV) é um distúrbio de condução elétrica através do nó atrioventricular. O bloqueio AV pode ser classificado como primeiro grau (intervalo PR prolongado); segundo grau (Tipo I ou II intermitente com dissociação P-QRS) ou terceiro grau (bloqueio AV total).


CAUSAS TÓXICAS

As causas tóxicas mais importantes incluem:

  • Bloqueadores beta-adrenérgicos
  • Antagonistas de cálcio
  • Inibidores de colinesterase (organofosforados/carbamatos e agentes neurotóxicos)
  • Clonidina e outros agonistas alfa-2 adrenérgicos de ação central
  • Digitálicos e outros glicosídeos cardíacos
  • Opióides
  • Fenilpropanolamina, fenilefrina (hIpertensão com bradicardia reflexa)


CAUSAS NÃO TÓXICAS

  • Infarto do miocárdio ou isquemia coronariana
  • Hipercalemia
  • Hipoxemia (grave)
  • Hipotermia
  • Hipotireoidismo
  • Doença intrínsica do sistema de condução
  • Aumento de pressão intracraniana
  • Síncope vaso-vagal


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Pacientes com bradicardia ou bloqueio AV podem estar assintomáticos, ou podem apresentar tontura ou síncope.

Outras manifestações clínicas observadas dependem do agente causal. Pacientes com hipertensão grave secundária a um potente vasoconstritor (por exemplo, fenilpropanolamina) podem apresentar bradicardia reflexa à hipertensão (resposta reflexa baroreceptora). As intoxicações por beta-bloqueadores ou bloqueadores do canal de cálcio são usualmente acompanhadss por hipotensão.

Inibidores de colinesterase usualmente causam sudorese excessiva, cólicas abdominais e diarréia. Digitálicos geralmente causam vômitos e, nas intoxicações agudas, os níveis de potássio sérico estão frequentemente elevados.

Opióides e clonidina usualmente causam depressão do nível de consciência e miose.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

Um monitor cardíaco é essencial para determinar a atividade elétrica cardíaca e deve ser instalado imediatamente e observado continuamente.

As seguintes investigações complementares podem ser úteis durante o tratamento:

  • Gasometria arterial
  • Raio X
  • ECG
  • Eletrólitos séricos
  • Digoxina ou digitoxina sérica (na suspeita de intoxicação digitálica)
  • Atividade de colinesterase sérica e eritrocitária (na suspeita de intoxicação por organofosforados)


TRATAMENTO

Em pacientes sem evidências clínicas de hipoperfusão de órgãos vitais, a simples observação clínica, o estabelecimento de acesso intravenoso, a administração de oxigênio suplementar e a monitorização do ritmo cardíaco podem ser suficientes.

No paciente inconsciente, os procedimentos são semelhantes aos da parada cárdio-respiratória.

Quando o agente tóxico é conhecido ou suspeito, os ant...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net