Centro de Diabéticos Pelotas, Rio Grande do Sul

Encontre centro de diabéticos em Pelotas. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Antonio Leivas Lang
(53) 3222-5522
Rua Padre Anchieta 2445
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Claudete Mariza Dias Correa
(53) 222-1806
Rua Anchieta 2293
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Carlos Roberto R. Vargas e Cia
(53) 3231-3500
Marechal Floriano Peixoto 508
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Gislaine Astir Lunardi Flores
(51) 3012-1739
General Neto 143
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Claudete Mariza Dias Correa
(53) 222-1806
Rua Anchieta 2293
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marilene Lucas Oliveira Bicca
(53) 3222-7398
Rua Anchieta 2396
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Jose Antonio Leivas Lang
(53) 3222-5522
Rua Padre Anchieta 2445
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Thyrso Andrade Machado
(55) 3220-4438
Presidente Vargas 2291
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gisele Finkler da Fonseca
(51) 3231-0688
Rua Grao Para 36
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de Diabéticos

Fornecido por: 

Os diabéticos morrem muito mais jovens do que as outras pessoas, principalmente de doenças cardíacas, independentemente de idade, sexo ou nível social, e por essa razão precisam de tratamento cuidadoso, afirmaram nesta sexta-feira cientistas britânicos.  

O estudo, realizado no Middlesbrough General Hospital, abrangeu 4.800 diabéticos e descobriu que a redução na expectativa de vida era mais acentuada nos portadores de diabetes tipo 1, a forma mais grave da doença.

Mas mesmo as pessoas diagnosticadas com o tipo mais comum, tipo 2 ou a chamada diabetes de adulto, antes dos 40 anos provavelmente morrerão oito anos antes do que seus contemporâneos, segundo o estudo.

Os pesquisadores compararam o número e a causa das mortes ocorridas entre diabéticos em uma das regiões mais pobres da Inglaterra com os dados da população local por um período de seis anos. Mais de um quarto dos diabéticos morreu durante o estudo, uma mortalidade igual a 2,2 vezes a média do país.

Doença crônica

Diabetes é uma doença crônica caracterizada por elevadas taxas de glicose no sangue, seja porque o corpo não libera insulina, hormônio secretado pelo pâncreas e cuja função é controlar os valores do açúcar no sangue, seja por não utilizá-la de maneira adequada.

Existem dois tipos principais de diabetes: o tipo um insulino-dependente e a diabetes não-insulino-dependente, a tipo 2.

A tipo 1 geralmente aparece antes dos 30 anos e, se o paciente não tomar insulina diariamente, pode entrar em coma. Pode causar ainda cegueira, derrame, doenças renais e lesão nos nervos.

Já a tipo 2 é uma condição mais atenuada que pode ser tratada com dieta, exercícios e medicamentos para estimular a secreção da insulina.

Segundo Nick Roper, do setor de atendimento a diabéticos do hospital, a diabetes tipo 2 é mais comum entre as camadas mais pobres da população.

"Há um problema importante, particularmente em termos de doença cardíaca prematura, mas existem tratamentos e esses precisam ser aplicados nas áreas onde são mais necessários," afirmou Roper.

Parar de fumar, exercitar-se, ter uma dieta saudável, reduzir o colesterol, controlar a pressão sangüínea e tratamentos com aspirina têm revelado resultados muito bons na prevenção de doenças cardíacas e derrame.

Brasil conta seus diabéticos

O número de diabéticos em todo mundo é estimado em 130 milhões e a doença mata 2,8 milhões de pessoas por ano. Especialistas alertaram para uma epidemia de diabetes afirmaram que em dez anos o número de portadores de diabetes subirá para 220 milhões.

No Brasil, a situação segue a tendência mundial e, apesar da falta de estatística atualizada, os médicos vêm constatando um aumento na prevalência da doença. Alarmados com a situação, as autoridades de saúde lançaram uma campanha para detectar o número de diabéticos no país.

Segundo o ministro da Saúde, José Serra, mais de 70 por cento da população na f...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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