Centro de Endocrinologia Cachoeirinha, Rio Grande do Sul

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GISLAINE ROCHA DE QUADROS
(51) 8171-2976
Consultório de Fonoaudiologia em Canoas
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Interna

Dados Divulgados por
Jorge David Rocha Zanol
(51) 3333-9393
Nilopolis 145
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

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Jairo Aparicio Andrade Bueno
(51) 3330-3658
Ramiro Barcelos 1819 - 101
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Adilson Jair Bellan
(51) 9655-4559
Rua Itaqui 174
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Melissa Marcanzoni Bortolotto
(51) 3486-1291
Papa João Xxiii 28
Gravatai, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Gisele Finkler da Fonseca
(51) 3231-0688
Rua Grao Para 36
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Genética Médica

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Gislaine Astir Lunardi Flores
(51) 3012-1739
General Neto 143
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Suzana dos Santos
(51) 3226-5947
Professor Annes Dias 154 - 601
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Intensiva

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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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