Centro de Endocrinologia Feira de Santana, Bahia

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Lucio Couto de Oliveira Junior
(75) 3614-7368
Av. Getúlio Vargas 1186
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Bruno Cunha Pires
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Indira Marxsen Chagas
(71) 3341-0288
Av T Neves 805 - a Cto Med Iguatemi S/401
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Gilson Andrade
(75) 3631-3400
Rua Landulfo Alves S/N S/ 111 - 113 115
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Adelina Sanches de Melo
(71) 3203-2200
Av Anita Garibaldi 2171
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Joaquim Osorio Lacerda Brandao
(75) 3616-8000
Avenida Getulio Vargas 1186
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Marbele Santos Guimaraes
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Adolfo Tiago Velloso Ferreira
(71) 3261-1314
Av Garibaldi ED. ALEXANDER FLEMING S205
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
João Lycio C Filho
(71) 3358-1338
Av Acm 846 - S/243
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria do Carmo Santos Godinho
713-2375
R João das Botas 14 - S/202 C M João Botas
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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