Centro de Endocrinologia Ipatinga, Minas Gerais

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Marta de Oliveira Rezende
(32) 3215-5194
Rua Vicente Berghelli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Carlos Moreira Silva
(34) 3823-3700
Rua Tiradentes 260
Patos de Minas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Angela Maria Goncalves Felga
323-2123
Av Rio Branco 1863 - 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marcelo Noce Rocha
(31) 2105-6344
Afonso Pena 2436 - 3º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Venerando Fernando Scoralick
(32) 3215-6369
Av Rio Branco 2679 - 210
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gisele Tasca Dutra
(34) 3239-6000
Av João Pinheiro 289
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Paulo Gomes de Miranda
3461-5556
Av Mantiqueira 657
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Melhoramentos Dom Bosco S.A.
(34) 662-1600
Praca Cel. Adolfo 68
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marinho Paulo Moreira Bastos
323-6915
Av Rio Branco 2406 - 4 Andar
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Adilson Savi
321-3448
Al Ezequiel Dias 389 - 2 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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