Centro de Endocrinologia Ipatinga, Minas Gerais

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Maria Augusta Gomes Pereira
(31) 3221-5200
Av. do Contorno 4852 - Sala 408
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marta de Oliveira Rezende
(32) 3215-5194
Rua Vicente Berghelli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Roger Sousa Nilo de Almeida Araujo
(35) 3629-8000
Prça Dr Carlos Victor 01
Itajuba, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Bartira Ventura Barnabé
(31) 3467-2497
Rua Coronel Otávio Diniz 439 - a
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Hector Luis Coraspe Leon
(34) 3318-9200
Rua Constituiçao 751 - 751
Uberaba, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Marcio Grillo de Bretas
323-2176
Rua Constantino Paleta 134
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Monica Maria Demas Alvares Cabral
3248-9750
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marco Antonio Basbaum
(31) 3286-3825
Av. Raja Gabaglia 4961 - Salas 108 a 112
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Marinho Paulo Moreira Bastos
323-6915
Av Rio Branco 2406 - 4 Andar
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dimen Poços de Caldas
(35) 3714-3721
Av. Joao Pinheiro 6180
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Nuclear

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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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