Centro de Endocrinologia Mogi das Cruzes, São Paulo

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Lycurgo Tostes de Andrade
(43) 3323-9784
Duque de Caxias 1980 - 204
Londrina, Paraná
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Nelson Brancaccio dos Santos
(11) 3231-1356
Av Pres Juscelino K de Oliveira 570
Sorocaba, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Tania Regina de Oliveira
(15) 3272-2862
Benjamim Constant 556 - Casa
Itapetininga, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Masayuki Nakagawa Junior
(11) 3078-0716
Rua Tabapuã 821 - Cj 66
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Gisele Cristine Teixeira Barbosa
(11) 3081-5973
Rua Rubião Meira 42
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Ana Claudia Montezino
(11) 3285-2685
R. Carlos Sampaio 304 cj.112
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Raphael Capelli Guerra
(11) 4331-1368
Av:Indico 837
Sao Bernardo Do Campo, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Maria Heloisa Rached Palermo
(16) 3721-4425
Rua Dr. Fernando Falleiros de Lima 2233
Franca, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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