Centro de Endocrinologia Palhoça, Santa Catarina

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Fernando Oto dos Santos
(48) 3273-9000
Rua Luiz Fagundes 000
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Genesis Laboratorio Clinico
(48) 3028-2882
Prefeito Osmar Cunha 486 - Sala 03
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Silvia Macdonald Noronha
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Hildebrando Couto Scofano
322-4880
Rua Menino Deus 63 - 507 e 508
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Carlos Silveira de Mello
324-6128
Rua Joao Sandim 2
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Irene Vieira Souza
322-4188
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Mariuccia Grace Scott Brusa
3224-1888
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Helena Elisa Piazza
322-9027
Rua Dom Joaquim 885
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Nicolau Heuko Filho
3224-9755
Av Osmar Cunha 217
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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