Centro de Endocrinologia Toledo, Paraná

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Joao Bosco da Rocha Strozzi
(41) 3212-3213
Av Pres Kennedy 4121 - Shopping Palladium
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Renato da Silva Freitas
(41) 3335-7474
R. Solimões 1154 Merces
Curitiba, Paraná
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Alair Alfredo Berbert
(43) 3334-0606
Rua Amador Bueno 268
Londrina, Paraná
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Regional Hospital de Caridade N. Sra. Aparecida
(42) 3524-3388
Br 476 - Km 03
Uniao Da Vitoria, Paraná
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Analisa Lab. de Anal. Clinicas
(41) 3015-1816
Rua Padre Ildefonso 58
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Iara Rute Correa Duarte
(45) 9933-0288
Rua das Palmas 188 - Jardim das Flores
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Paulo Renato Calliari
(41) 3224-3346
R. Lourenço Pinto 196 - Cj 802
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Jose Almeida Fonseca
232-1533
R Major Otavioovaes 112
Castro, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Salmo Raskin
(41) 3306-6838
Rua Saldanha Marinho 1782
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Claudio Tacashi Takada
(41) 9157-2909
Av: João Gualberto 1988
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Centro de Endocrinologia

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Uma dissertação de mestrado apresentada à Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP destaca a importância da prevenção a lesões nos pés de diabéticos. "Em muitos casos, o paciente procura atendimento apenas quando a situação já está grave", diz a enfermeira Márcia Karino, autora da pesquisa. O trabalho aponta a necessidade de que a prevenção se estenda ao cotidiano do paciente, inclusive à sua rotina de trabalho.

Márcia avaliou o risco de complicações em extremidades de membros inferiores em 117 trabalhadores diabéticos de uma instituição pública de Londrina (PR). "A maioria dos trabalhadores havia sido diagnosticada há menos de cinco anos. As complicações mais graves surgiram com maior freqüência após esse período", afirma Márcia.

A pesquisadora analisou o formato dos dedos e dos pés dos 117 pacientes, seus reflexos e sua sensibilidade protetora, vibratória, térmica, dolorosa e tátil. "Foram encontradas úlceras em 4,7% dos trabalhadores, e 3,4% haviam sofrido amputação. Mas, a maior parte dos pacientes tinha um diagnóstico relativamente recente e sua condição geral de saúde pode ser considerada boa", conta a enfermeira. "Mesmo assim foram detectados comprometimentos iniciais, como fissuras e rachaduras."

Perda de sensibilidade

Devido a uma série de problemas decorrentes da diabetes - como doenças vasculares e alterações biomecânicas -, o pé perde sensibilidade e se torna vulnerável a traumatismos, o que facilita a ocorrência de infecções seguidas de necrose. A interação entre esses fatores pode ocasionar deformidade óssea e muscular e resultar, nos casos mais graves, em amputação.

"É necessário trabalhar as ações preventivas", defende a pesquisadora. "O uso de um calçado inadequado, por exemplo, pode provocar bolhas, calosidades, joanetes e deformidades na curvatura dos pés. O ressecamento e as fissuras dos pés, bem como as micoses nas unhas, devem ser tratados desde o início, com a aplicação de cremes e corte das unhas retas." A enfermeira ressalta que, além de causar sofrimento para o paciente pelo longo período de internação, o tratamento das lesões graves e as cirurgias para amputação demandam alto custo hospitalar e medicamentoso.

Readequação do trabalho

Segundo Márcia, as ações preventivas passam também por uma readequação do trabalho ao diabético. "Um jardineiro, por exemplo, está sempre em contato com a água e, conseqüentemente, suscetível à contaminação por fungos. Uma cozinheira passa a maior parte do seu tempo em pé e num ambiente com alta temperatura, o que pode ocasionar problemas de circulação sanguínea. Já um motorista passa muito tempo sentado e pressionando a sola dos pés contra os pedais." A enfermeira sugere que e as atividades sejam rotativas para trabalhadores diabéticos, de modo que o esforço físico não seja concentrado.

A dissertação de mestrado de Márcia, "Identificação...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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