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Centro de Fonoaudiologia Florianópolis, Santa Catarina

Encontre centro de fonoaudiologia em Florianópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Carlos Renato da Silva Fonseca
3248-8778
Rua Arnoldo Candido Raulino 183
Florianopolis, Santa Catarina
Hildebrando Couto Scofano
322-4880
Rua Menino Deus 63 - 507 e 508
Florianopolis, Santa Catarina
Roberto da Costa Telles Ferreira
(48) 3228-9349
R.Ernesto Stodieck 307 - -
Florianopolis, Santa Catarina
Helena Elisa Piazza
322-9027
Rua Dom Joaquim 885
Florianopolis, Santa Catarina
Felipe Marcelo Xavier
3224-1511
Rua Jeronimo Coelho 389 - 46
Florianopolis, Santa Catarina
Joao Nilson Zunino
322-4879
Rua Dom Joaquim 660
Florianopolis, Santa Catarina
Maria de Fatima Marques da Silva
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Maria Beatriz Cacese Shiozawa
3224-1888
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Irene Vieira Souza
322-4188
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Genesis Laboratorio Clinico
(48) 3028-2882
Prefeito Osmar Cunha 486 - Sala 03
Florianopolis, Santa Catarina
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Centro de Fonoaudiologia

Um ditado popular muito comum no Brasil diz que “falar é fácil”. E parece mesmo algo muito simples, que fazemos automaticamente, sem pararmos para pensar na complexa estrutura que nos permite transformar pensamentos e idéias em sons. É justamente para tentar entender esse mecanismo que foi criado na USP o Laboratório de Investigação Fonoaudiológica da Fluência da Fala e do Processamento Motor da Fala (LIF). “Esse laboratório é o único do gênero no Brasil”, afirma Cláudia Regina Furquim de Andrade, coordenadora do LIF e também chefe do Departamento de Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Fofito) da Faculdade de Medicina (FM) da USP.

Surgido em 1995, o LIF pesquisa como os atos motores que são programados no cérebro chegam à boca através da fala ou das chamadas funções oro-faciais – os movimentos da boca, como a mastigação e a deglutição. Hoje esses estudos são cada vez mais possíveis, segundo a professora Cláudia, graças ao avanço das técnicas de neuro-imagens e modelos computacionais, que permitem observar como o cérebro trabalha realizando determinada tarefa. “A idéia é compreender melhor como o que é planejado na nossa mente é executado pela boca”, explica.

Seguindo esse conceito, o laboratório desenvolve basicamente três linhas de pesquisa e atendimento à comunidade: fluência e gagueira, habilidade motora (em parceria com outros áreas, como a odontologia), e as chamadas atividades de função neuro-vegetativa (os atos de sugar, mastigar e engolir, por exemplo). Nesse último caso, o LIF atua no atendimento a pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas da USP e no Instituto do Coração (Incor).

Dependendo do tipo de intervenção médica e do tempo de internação, esses pacientes podem encontrar grandes dificuldades para engolir alimentos sólidos e mesmo água, explica Cláudia. “Esse ato de sugar, engolir é natural, automático. Quando a pessoa fica algum tempo sem executá-lo, vai perdendo essa habilidade. E se não há um fonoaudiólogo para acompanhar a recuperação da atividade de deglutir, a chance do paciente pegar pneumonia por conta da aspiração do alimento é muito grande”.

Gagueira subestimada

Das patologias associadas à fala, a gagueira é o distúrbio mais recorrente, afirma a coordenadora do LIF. “Nós temos um plano motor - um processo automáti...

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