Centro de Linguística Boa Vista, Roraima

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Iate Clube Boa Vista
(95) 623-4309
r Deuzita Mutran Paracat, 100
Boa Vista, Roraima
 
Dra Zara Fátima Botelho de Oliveira
(95) 224-7999
r Araújo Fl, 659, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Fed Roraimense Basketball
(95) 224-1451
av Ville Roy W e SL Frb
Boa Vista, Roraima
 
DR Ruy Guilherme S Souza
(95) 224-1460
r Melvim Jones, São Pedro
Boa Vista, Roraima
 
CTG Querência
(95) 224-1381
av Brigadeiro Eduardo Gomes, 1000, São Francisco
Boa Vista, Roraima
 
Centro Psicoterapico Lotti Iris
(95) 224-0104
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Luiz Renerys Lima Pinheiro
(95) 224-8437
tv Expedicionarios, 79, Centro
Boa Vista, Roraima
 
DR Ferrer Alessandro
(95) 625-5901
r Clínica São Mateus
Boa Vista, Roraima
 
Dra Ana Lilia GB Souza e Dra Jucineide Vieira Araújo
(95) 224-1460
r Melvim Jones, São Pedro
Boa Vista, Roraima
 
Alacia Beschorner
(95) 625-1375
r Mario Homem de Melo, 4783, qd 50, Nova Canaã
Boa Vista, Roraima
 

Centro de Linguística

Fornecido por: 

Durante um ano a lingüista Michelli Alessandra Silva observou um grupo de crianças com deficiência visual e alterações no desenvolvimento, atendidas no Centro de Estudos e Pesquisa em Reabilitação “Dr. Gabriel Porto” (Cepre), em diferentes atividades. O objetivo era identificar, nessas crianças, indícios de desenvolvimento e processos de apropriação de práticas sociais. Michelli apresentou os resultados de sua pesquisa na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e foi orientada pela professora Cecília Guarnieri Batista.

A lingüista destaca que a importância do seu trabalho está, justamente, em buscar nas crianças o que elas têm e não o que lhes falta para um desenvolvimento adequado. “Tentei fazer um movimento contrário e, ao invés de salientar os atrasos, destacar os indícios de desenvolvimento observados em contextos de interação”, explica.

As diferentes formas das três crianças estudadas, em idade pré-escolar, utilizarem objetos, participarem de atividades e fazerem uso da linguagem foram salientadas como lugares para se observar as práticas sociais. “Neste contexto, o adulto desempenhou papel fundamental, atribuindo sentido e dando significado ao que a criança realizava”, observa.

A especialista cita o exemplo de uma das crianças que, nos atendimentos iniciais, não conseguia interagir com o grupo e ficava junto à mãe o tempo todo. Com o tempo, a menina começou a explorar o ambiente e aceitar o contato com outras pessoas até que, em uma sessão, deparou com uma pia e com a ajuda de um adulto passou a abrir e fechar a torneira.

Num primeiro momento ela brincou de abrir e fechar a ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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