Centro de Pneumologia Muriaé, Minas Gerais

Encontre centro de pneumologia em Muriaé. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Pedro Cavalcante Falcão Júnior
(32) 3729-7028
Av. Cristiano F. Varella 555
Muriaé, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rodrigo Martins Sales
(31) 3449-7011
Av. Antonio Carlos 1694 - Sl 11
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Beatriz Moreira Alkmim
3248-9600
Av Professor Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marinho Paulo Moreira Bastos
323-6915
Av Rio Branco 2406 - 4 Andar
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria de Lourdes Junqueira Rodrigues Melo
3274-3733
R Padre Rolim 491
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Christina Matte Loyola
3261-4922
R Tome de Souza 860 - Sala 1308
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marcelo Monteiro de Aquino Filho
(32) 3217-4355
Rua Halfeld 651 - 1303
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Aloisio Ladeira
(32) 3212-5375
Av Independencia 1605 - 401
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Raul Fernando Binato Lamim
(32) 3214-2567
Av Rio Branco 2370 - 608
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Glaciano Nogueira Ribeiro
(31) 9681-1393
Av Contorno 4747 - 19 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de Pneumologia

Fornecido por: 

Deficiência para a completa arterialização do sangue que passa através dos pulmões, causando hipoxia (paO2 menor que 8 kPa ou 60 mmHg) e/ou hipercapnia (paCO2 maior que 6 kPa ou 45 mmHg).


CAUSAS TÓXICAS

Secundária à falência ventilatória por:

  • Depressão de sistema nervoso central de origem tóxica
  • Fraqueza de músculos ventilatórios
    Botulismo
    Praguicidas carbamatos
    Relaxantes musculares
    Praguicidas organofosfados e armas químicas
    Picada de cobra
    Estricnina

Secundária à patologia pulmonar

  • SARA
  • Edema pulmonar cardiogênico
  • Cloro e outros gases irritantes
  • Edema pulmonar não-cardiogênico
  • Paraquat
  • Aspiração pulmonar e pneumonite
    carvão ativado,
    conteúdo gástrico
    hidrocarbonetos
  • Inalação de fumaça


CAUSAS NÃO-TÓXICAS

  • Asma brônquica
  • Bronquiectasia
  • Edema pulmonar cardiogênico
  • Doença obstrutiva crônica
  • Diminuição do nível de consciência de etiologia não-tóxica
  • Fraqueza muscular de etiologia não-tóxica (miastenia gravis)
  • Trauma torácico
  • Pneumonia
  • Tromboembolismo pulmonar
  • Obstrução de vias aéreas superiores


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

As manifestações clínicas são aquelas predominantemente decorrentes da intoxicação de base.

Quando a insuficiência respiratória é decorrente de depressão de SNC, o paciente terá uma diminuição do nível de consciência e diminuição da freqüência respiratória (menor que 10 movimentos/minuto) e/ou do volume respiratório.

Quando a insuficiência respiratória é secundária à paralisia de músculos respiratórios, haverá uma fraqueza muscular generalizada e predominantemente uma diminuição do volume respiratório.

Quando a insuficiência respiratória é secundária à patologia pulmonar, a freqüência respiratória e o volume podem ambos estar aumentados.

As manifestações clínicas de hipercapnia e hipoxia em pacientes não-comatosos são inquietação, agitação, dispnéia e cianose. A intensidade da cianose não é um reflexo preciso da gravidade da insuficiência ventilatória.

Hipercapnia produz vasodilatação cerebral e pode levar ao aumento da pressão intracraniana e edema cerebral. Clinicamente, isto se manifesta por cefaléia e sonolência progredindo para o coma. Perifericamente, a acidose associada com hipercapnia produz vasodilação resultando em membros quentes.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

  • Gasometria arterial. Revela uma acidose respiratória (pH 45 mmHg), que pode estar parcialmente compensada por um aumento da concentração de HCO3. A pO2 está diminuída se Oxigênio suplementar não foi administrado. A elevação da pCO2 é o melhor parâmetro da gravidade da insuficiência ventilatória
  • Raio X de tórax
  • ECG


TRATAMENTO

O tratamento é de suporte. Todos os pacientes devem receber Oxigênio suplementar. Pacientes comatosos devem ser entubados e te...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net