Centro de Pneumologia Sete Lagoas, Minas Gerais

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Bartira Ventura Barnabé
(31) 3467-2497
Rua Coronel Otávio Diniz 439 - a
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Venerando Fernando Scoralick
(32) 3215-6369
Av Rio Branco 2679 - 210
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gustavo Decina Vieira
(31) 3232-0550
Joaquim Gouveia 560
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria de Lourdes Junqueira Rodrigues Melo
3274-3733
R Padre Rolim 491
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Aloisio Ladeira
(32) 3212-5375
Av Independencia 1605 - 401
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Moises Salgado Pedrosa
324-1685
R Padre Rolim 515 - 6 And Sl 604 608
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Francisco Ricardo Gomes Bueno
329-2664
R Timbiras 3156 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Angela Maria Goncalves Felga
323-2123
Av Rio Branco 1863 - 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Eliana Chaves Salomao
(34) 3236-9490
R. Tenente Virmondes 55
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Roberto Fonseca Cambraia
(31) 3271-7127
Avenida Augusto Dde Lima 1376 - 1301
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de Pneumologia

Fornecido por: 

Deficiência para a completa arterialização do sangue que passa através dos pulmões, causando hipoxia (paO2 menor que 8 kPa ou 60 mmHg) e/ou hipercapnia (paCO2 maior que 6 kPa ou 45 mmHg).


CAUSAS TÓXICAS

Secundária à falência ventilatória por:

  • Depressão de sistema nervoso central de origem tóxica
  • Fraqueza de músculos ventilatórios
    Botulismo
    Praguicidas carbamatos
    Relaxantes musculares
    Praguicidas organofosfados e armas químicas
    Picada de cobra
    Estricnina

Secundária à patologia pulmonar

  • SARA
  • Edema pulmonar cardiogênico
  • Cloro e outros gases irritantes
  • Edema pulmonar não-cardiogênico
  • Paraquat
  • Aspiração pulmonar e pneumonite
    carvão ativado,
    conteúdo gástrico
    hidrocarbonetos
  • Inalação de fumaça


CAUSAS NÃO-TÓXICAS

  • Asma brônquica
  • Bronquiectasia
  • Edema pulmonar cardiogênico
  • Doença obstrutiva crônica
  • Diminuição do nível de consciência de etiologia não-tóxica
  • Fraqueza muscular de etiologia não-tóxica (miastenia gravis)
  • Trauma torácico
  • Pneumonia
  • Tromboembolismo pulmonar
  • Obstrução de vias aéreas superiores


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

As manifestações clínicas são aquelas predominantemente decorrentes da intoxicação de base.

Quando a insuficiência respiratória é decorrente de depressão de SNC, o paciente terá uma diminuição do nível de consciência e diminuição da freqüência respiratória (menor que 10 movimentos/minuto) e/ou do volume respiratório.

Quando a insuficiência respiratória é secundária à paralisia de músculos respiratórios, haverá uma fraqueza muscular generalizada e predominantemente uma diminuição do volume respiratório.

Quando a insuficiência respiratória é secundária à patologia pulmonar, a freqüência respiratória e o volume podem ambos estar aumentados.

As manifestações clínicas de hipercapnia e hipoxia em pacientes não-comatosos são inquietação, agitação, dispnéia e cianose. A intensidade da cianose não é um reflexo preciso da gravidade da insuficiência ventilatória.

Hipercapnia produz vasodilatação cerebral e pode levar ao aumento da pressão intracraniana e edema cerebral. Clinicamente, isto se manifesta por cefaléia e sonolência progredindo para o coma. Perifericamente, a acidose associada com hipercapnia produz vasodilação resultando em membros quentes.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

  • Gasometria arterial. Revela uma acidose respiratória (pH 45 mmHg), que pode estar parcialmente compensada por um aumento da concentração de HCO3. A pO2 está diminuída se Oxigênio suplementar não foi administrado. A elevação da pCO2 é o melhor parâmetro da gravidade da insuficiência ventilatória
  • Raio X de tórax
  • ECG


TRATAMENTO

O tratamento é de suporte. Todos os pacientes devem receber Oxigênio suplementar. Pacientes comatosos devem ser entubados e te...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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