Centro de Pneumologia Sete Lagoas, Minas Gerais

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Marcio Grillo de Bretas
323-2176
Rua Constantino Paleta 134
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Antonio de Padua Massote
3484-6311
Av Cristiano Machado 1
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alexandre Antonio Barroso Vieira
(37) 3222-9999
Av. Getúlio Vargas 715
Divinopolis, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Haroldo Gomes Nascimento
(32) 3215-5258
Av Rio Branco 2370 - 1214-1215
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo de Magalhaes Quintao
(32) 3215-1515
Av Rio Branco 2679 - 107
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Paulo Gomes de Miranda
3461-5556
Av Mantiqueira 657
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Anatomia Patologica e Citologia Ltda
(31) 3482-8005
R. Gustavo Pena 44 - 7º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Zanini
(32) 3229-5085
Av Juscelino Kubitschek 273
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Carlos Moreira Silva
(34) 3823-3700
Rua Tiradentes 260
Patos de Minas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dairton Miranda
322-4636
R Padre Rolim 815 - Salas 208 507
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de Pneumologia

Fornecido por: 

Deficiência para a completa arterialização do sangue que passa através dos pulmões, causando hipoxia (paO2 menor que 8 kPa ou 60 mmHg) e/ou hipercapnia (paCO2 maior que 6 kPa ou 45 mmHg).


CAUSAS TÓXICAS

Secundária à falência ventilatória por:

  • Depressão de sistema nervoso central de origem tóxica
  • Fraqueza de músculos ventilatórios
    Botulismo
    Praguicidas carbamatos
    Relaxantes musculares
    Praguicidas organofosfados e armas químicas
    Picada de cobra
    Estricnina

Secundária à patologia pulmonar

  • SARA
  • Edema pulmonar cardiogênico
  • Cloro e outros gases irritantes
  • Edema pulmonar não-cardiogênico
  • Paraquat
  • Aspiração pulmonar e pneumonite
    carvão ativado,
    conteúdo gástrico
    hidrocarbonetos
  • Inalação de fumaça


CAUSAS NÃO-TÓXICAS

  • Asma brônquica
  • Bronquiectasia
  • Edema pulmonar cardiogênico
  • Doença obstrutiva crônica
  • Diminuição do nível de consciência de etiologia não-tóxica
  • Fraqueza muscular de etiologia não-tóxica (miastenia gravis)
  • Trauma torácico
  • Pneumonia
  • Tromboembolismo pulmonar
  • Obstrução de vias aéreas superiores


MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

As manifestações clínicas são aquelas predominantemente decorrentes da intoxicação de base.

Quando a insuficiência respiratória é decorrente de depressão de SNC, o paciente terá uma diminuição do nível de consciência e diminuição da freqüência respiratória (menor que 10 movimentos/minuto) e/ou do volume respiratório.

Quando a insuficiência respiratória é secundária à paralisia de músculos respiratórios, haverá uma fraqueza muscular generalizada e predominantemente uma diminuição do volume respiratório.

Quando a insuficiência respiratória é secundária à patologia pulmonar, a freqüência respiratória e o volume podem ambos estar aumentados.

As manifestações clínicas de hipercapnia e hipoxia em pacientes não-comatosos são inquietação, agitação, dispnéia e cianose. A intensidade da cianose não é um reflexo preciso da gravidade da insuficiência ventilatória.

Hipercapnia produz vasodilatação cerebral e pode levar ao aumento da pressão intracraniana e edema cerebral. Clinicamente, isto se manifesta por cefaléia e sonolência progredindo para o coma. Perifericamente, a acidose associada com hipercapnia produz vasodilação resultando em membros quentes.


INVESTIGAÇÕES RELEVANTES

  • Gasometria arterial. Revela uma acidose respiratória (pH 45 mmHg), que pode estar parcialmente compensada por um aumento da concentração de HCO3. A pO2 está diminuída se Oxigênio suplementar não foi administrado. A elevação da pCO2 é o melhor parâmetro da gravidade da insuficiência ventilatória
  • Raio X de tórax
  • ECG


TRATAMENTO

O tratamento é de suporte. Todos os pacientes devem receber Oxigênio suplementar. Pacientes comatosos devem ser entubados e te...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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