Centro de Psicologia Rio Branco, Acre

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Carolina Sátiro Macêdo
(68) 9207-0018
r Copacabana, 148 s 203 Cj Village, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Fabiana Pescador
(68) 3223-7915
av Brasil 303 - 7 s 702, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Carolina Sátiro Macêdo
(68) 9207-0018
r Copacabana, 148 s 203 Cj Village, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
DR Deusmar Singui Fl
(68) 224-5644
av Brasil, 303, sl 207 an 2, Base
Rio Branco, Acre
 
Gisela da Costa Mascarenhas
(68) 224-9389
r Grêmio Atlético Sampaio, 67, José Augusto
Rio Branco, Acre
 
Débora Cristina dos Santos
(68) 3226-1347
r Rio de Janeiro 1124, Abrahão Alab
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Débora Cristina dos Santos
(68) 3226-1347
r Rio de Janeiro 1124, Abrahão Alab
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Fabiana Pescador
(68) 3223-7915
av Brasil 303 - 7 s 702, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
DR Savio Costa Psiquiatra
(68) 223-7207
r Guiomard Santos, 310, Bosque
Rio Branco, Acre
 
Clinorl Clínica de Otorrinolaringologia
(68) 224-0828
av Getulio Vargas, 1729, Centro
Rio Branco, Acre
 
Dados Divulgados por

Centro de Psicologia

Fornecido por: 

Qual a diferença entre estar doente e ser doente? Para a psicóloga Yael Ballas, esse deve ser o principio orientador daqueles que tratam pacientes com doenças crônicas. Na sua tese de doutorado, que será defendida no Instituto de Psicologia (IP) da USP, Yael analisou o desenho da figura humana feito por adolescentes portadores de diabetes e por adolescentes saudáveis e notou diferenças na percepção que os diabéticos têm de si mesmos.

O trabalho partiu da hipótese que adolescentes diabéticos apresentariam características singulares em seu esquema corporal, pelas implicações da doença, e teriam níveis de ansiedade mais altos do que os adolescentes sadios. Ao todo, foram avaliados 62 adolescentes com idades de 14 a 20 anos, da cidade de São Paulo. Eles mostraram poucas diferenças entre os desenhos, mas confirmam a hipótese e a validade do teste da figura humana enquanto método de avaliação psicológica.

A psicóloga conta que apesar de não ser algo perceptível à primeira vista, o teste da figura humana mostrou que há diferenças na forma como o adolescente percebe a si mesmo enquanto portador de uma doença crônica. Isso é particularmente importante na adolescência - período de muitas transformações para qualquer indivíduo.

A intenção de Yael é trabalhar conjuntamente com profissionais da área de saúde para propiciar um tratamento melhor para esses pacientes em todos os aspectos: médico, psicológico e educacional. Já em sua dissertação de mestrado, a pesquisadora estudou justamente como médicos do serviço público lidavam com portadores de diabete.

Especificidades
 
A diabete mellitus é uma doença popularmente conhecida pelo aumento do açúcar no sangue, sendo provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, o que pode gerar complicações agudas e crônicas.

A pesquisadora enfatiza a diferença entre ter uma doença e "ser doente". O primeiro é portador de uma doença e pode ter uma vida normal. Já o segundo é visto como alguém que não desenvolve todo seu potencial por causa da doença.

"Os adolescentes portadores de diabete podem ter uma vida bastante parecida com a dos seus pares saudáveis", diz Yael. "O erro é tratá-los como trataríamos pacientes com uma doença não-crônica", avalia. "O tratamento, segundo ela, deve ser contínuo e abordar todos os aspectos da vida: médico, alimentar, educacional e psicológico e não fazer apenas profilaxia (administrar remé...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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