Centro de Reumatologia Barra Mansa, Rio de Janeiro

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Patrícia Ferreira Dalboni
(24) 3348-8888
Rua Quarenta 20 (sala 508)
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Arquimedes Lima
(22) 2665-1709
Rua Oscar Clark 151 - L 4
Araruama, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Gloria Regina Dacheux Mazzaroppi
255-6863
R. Alm. Tamandare 66 - 624
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Dorivaldo Rodrigues Carvalho
(21) 3399-3848
Av. Mem de Sá 152
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Dailton Medeiros
(21) 2527-5500
R. Voluntarios da Patria 190 - 513
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Osteodens Investigacao Doencas Osseas
Avenida Ataulfo de Paiva 355 - Sala 202
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Leonardo Justin Carap
(21) 2719-9585
Rua Dr. Borman 23 - 1202
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Caíto Petroni Lemes
(21) 3316-2900
Rua Jaguaruna 105 - 4º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
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Centro de Reumatologia

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Estima-se que a artrite reumatóide atinja 1% da população no Brasil. Como falamos de aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros doentes, falamos de uma doença importante. É uma doença inflamatória que agride predominantemente as articulações - mãos, punhos, cotovelos, ombros, pés, tornozelos, joelhos - e que por vezes adquire caráter sistêmico, lesando, por exemplo, tecidos do coração, pulmão, rins, olhos e vasos sanguíneos. O paciente pode ficar com deformidades articulares e a evolução mais severa acarreta em incapacitação. Geralmente a artrite reumatóide manifesta-se depois dos 30 anos de idade, com prevalência maior em mulheres, embora essa manifestação não seja tão incomum em crianças e idosos. O tratamento dos casos agressivos chega a custar R$ 5 mil por mês, um complicador que torna a doença particularmente preocupante num país com nossas condições socioeconômicas.

As causas da artrite reumatóide ainda são desconhecidas, sabendo-se que é uma doença auto-imune, sem cura, que resulta de um processo inflamatório desencadeado pelo próprio sistema imunológico do paciente. Não se podendo atacar o problema pela raiz, a alternativa escolhida por várias instituições de pesquisa, no Brasil e no mundo, tem sido a busca de sinais genéticos ou biológicos que permitam identificar grupos de pessoas mais suscetíveis à doença, ou grupos nas quais ela se torna mais agressiva. Na Unicamp, o professor Manoel Barros Bértolo, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), coordenou em 1996 um estudo com 60 pacientes caucasóides (brancos) do Hospital das Clínicas e, até dezembro, terá os resultados de outra avaliação, agora junto a pacientes afro-brasileiros. Ambas as pesquisas foram viabilizadas com recursos da Fapesp.

Coordenador de Assistência do HC e presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, Manoel Bértolo explica que a incidência de artrite reumatóide varia entre grupos populacionais, lembrando que em tribos indígenas norte-americanas o índice chega a 10%. Seu trabalho envolvendo grupos de brasileiros é inédito. "Lidamos com uma doença incapacitante e há necessidade de determinar fatores genéticos que permitam saber em quais grupos ela pode evoluir de forma mais leve, moderada ou grave. Isso permitirá escolher o tipo de tratamento mais adequado, como por exemplo, antecipando ou postergando o uso de drogas agressivas, o que é importante também por causa dos efeitos colaterais e do ônus financeiro que esses medicamentos representam para o paciente e para o sistema de saúde", observa.

Já se sabe que moléculas denominadas HLA (antígeno leucocitário humano) são os marcadores genéticos da artrite reumatóide, e que essas moléculas são altamente polifórmicas, ou seja, apresentam vários subtipos. Em pesquisas anteriores, um dos subtipos, o HLA-DR4, foi vinculado à doença em algumas populações e etnias, mas em outros grupos houve freqüência maior do subtipo HLA-DR1. "Ao cont...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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