Centro de Reumatologia Fortaleza, Ceará

Encontre centro de reumatologia em Fortaleza. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Gonçalves Moreira Filho
(85) 3257-5566
Rua Silva Paulet 2690
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Teresa Neuma Albuquerque Gomes
3246-0240
R Nunes Valente 2110
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Roseane Feitosa de Oliveira
(85) 3264-7174
Av Santos Dumont 2626
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Alvaro Braga C de Oliveira
3246-1032
Av Barao de Studart 2173
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marilia Pereira Nogueira
3246-6477
R Coronel Alves Teixeira 1355
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Ana Maria Medeiros L Melo
3261-9317
Av Santos Dumont 2626
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Flavia Nobre Damasceno
3221-6716
R Costa Barros 1419
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Emilia Tome de Sousa
R Coronel Linhares 850
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Madison Gomes Montalverne
3226-1177
R Antonio Augusto 1271
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Aila M Martins Pimentel Oliveira
3287-5589
R Pintor Antonio Bandeira 1500
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Centro de Reumatologia

Fornecido por: 

Estima-se que a artrite reumatóide atinja 1% da população no Brasil. Como falamos de aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros doentes, falamos de uma doença importante. É uma doença inflamatória que agride predominantemente as articulações - mãos, punhos, cotovelos, ombros, pés, tornozelos, joelhos - e que por vezes adquire caráter sistêmico, lesando, por exemplo, tecidos do coração, pulmão, rins, olhos e vasos sanguíneos. O paciente pode ficar com deformidades articulares e a evolução mais severa acarreta em incapacitação. Geralmente a artrite reumatóide manifesta-se depois dos 30 anos de idade, com prevalência maior em mulheres, embora essa manifestação não seja tão incomum em crianças e idosos. O tratamento dos casos agressivos chega a custar R$ 5 mil por mês, um complicador que torna a doença particularmente preocupante num país com nossas condições socioeconômicas.

As causas da artrite reumatóide ainda são desconhecidas, sabendo-se que é uma doença auto-imune, sem cura, que resulta de um processo inflamatório desencadeado pelo próprio sistema imunológico do paciente. Não se podendo atacar o problema pela raiz, a alternativa escolhida por várias instituições de pesquisa, no Brasil e no mundo, tem sido a busca de sinais genéticos ou biológicos que permitam identificar grupos de pessoas mais suscetíveis à doença, ou grupos nas quais ela se torna mais agressiva. Na Unicamp, o professor Manoel Barros Bértolo, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), coordenou em 1996 um estudo com 60 pacientes caucasóides (brancos) do Hospital das Clínicas e, até dezembro, terá os resultados de outra avaliação, agora junto a pacientes afro-brasileiros. Ambas as pesquisas foram viabilizadas com recursos da Fapesp.

Coordenador de Assistência do HC e presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, Manoel Bértolo explica que a incidência de artrite reumatóide varia entre grupos populacionais, lembrando que em tribos indígenas norte-americanas o índice chega a 10%. Seu trabalho envolvendo grupos de brasileiros é inédito. "Lidamos com uma doença incapacitante e há necessidade de determinar fatores genéticos que permitam saber em quais grupos ela pode evoluir de forma mais leve, moderada ou grave. Isso permitirá escolher o tipo de tratamento mais adequado, como por exemplo, antecipando ou postergando o uso de drogas agressivas, o que é importante também por causa dos efeitos colaterais e do ônus financeiro que esses medicamentos representam para o paciente e para o sistema de saúde", observa.

Já se sabe que moléculas denominadas HLA (antígeno leucocitário humano) são os marcadores genéticos da artrite reumatóide, e que essas moléculas são altamente polifórmicas, ou seja, apresentam vários subtipos. Em pesquisas anteriores, um dos subtipos, o HLA-DR4, foi vinculado à doença em algumas populações e etnias, mas em outros grupos houve freqüência maior do subtipo HLA-DR1. "Ao cont...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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