Centro de Reumatologia Juazeiro do Norte, Ceará

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Raimundo Renan Goncalves Ribeiro
3212-0369
Av Imperador 162
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gentil Claudino de Galiza Neto
3224-9129
R Silva Paulet 907
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria de Fatima V de Azevedo
3226-4213
Av Santos Dumont 840
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Edilson Gurgel Santos
3221-2800
R Doutor Joao Moreira 344
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Caesar Augustus B Fontes
3368-8995
Av Edson da Mota Correia 714
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Dalgimar Beserra de Menezes
3231-9075
R Joao Cordeiro 1656
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jose Gonçalves Moreira Filho
(85) 3257-5566
Rua Silva Paulet 2690
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Alvaro Braga C de Oliveira
3246-1032
Av Barao de Studart 2173
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Estefania Mota Araripe Pereira
3223-8823
R Gilberto Camara 835
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Albertina T de C Linhares
3254-3721
Av Tristao Goncalves 733
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de Reumatologia

Fornecido por: 

Estima-se que a artrite reumatóide atinja 1% da população no Brasil. Como falamos de aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros doentes, falamos de uma doença importante. É uma doença inflamatória que agride predominantemente as articulações - mãos, punhos, cotovelos, ombros, pés, tornozelos, joelhos - e que por vezes adquire caráter sistêmico, lesando, por exemplo, tecidos do coração, pulmão, rins, olhos e vasos sanguíneos. O paciente pode ficar com deformidades articulares e a evolução mais severa acarreta em incapacitação. Geralmente a artrite reumatóide manifesta-se depois dos 30 anos de idade, com prevalência maior em mulheres, embora essa manifestação não seja tão incomum em crianças e idosos. O tratamento dos casos agressivos chega a custar R$ 5 mil por mês, um complicador que torna a doença particularmente preocupante num país com nossas condições socioeconômicas.

As causas da artrite reumatóide ainda são desconhecidas, sabendo-se que é uma doença auto-imune, sem cura, que resulta de um processo inflamatório desencadeado pelo próprio sistema imunológico do paciente. Não se podendo atacar o problema pela raiz, a alternativa escolhida por várias instituições de pesquisa, no Brasil e no mundo, tem sido a busca de sinais genéticos ou biológicos que permitam identificar grupos de pessoas mais suscetíveis à doença, ou grupos nas quais ela se torna mais agressiva. Na Unicamp, o professor Manoel Barros Bértolo, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), coordenou em 1996 um estudo com 60 pacientes caucasóides (brancos) do Hospital das Clínicas e, até dezembro, terá os resultados de outra avaliação, agora junto a pacientes afro-brasileiros. Ambas as pesquisas foram viabilizadas com recursos da Fapesp.

Coordenador de Assistência do HC e presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, Manoel Bértolo explica que a incidência de artrite reumatóide varia entre grupos populacionais, lembrando que em tribos indígenas norte-americanas o índice chega a 10%. Seu trabalho envolvendo grupos de brasileiros é inédito. "Lidamos com uma doença incapacitante e há necessidade de determinar fatores genéticos que permitam saber em quais grupos ela pode evoluir de forma mais leve, moderada ou grave. Isso permitirá escolher o tipo de tratamento mais adequado, como por exemplo, antecipando ou postergando o uso de drogas agressivas, o que é importante também por causa dos efeitos colaterais e do ônus financeiro que esses medicamentos representam para o paciente e para o sistema de saúde", observa.

Já se sabe que moléculas denominadas HLA (antígeno leucocitário humano) são os marcadores genéticos da artrite reumatóide, e que essas moléculas são altamente polifórmicas, ou seja, apresentam vários subtipos. Em pesquisas anteriores, um dos subtipos, o HLA-DR4, foi vinculado à doença em algumas populações e etnias, mas em outros grupos houve freqüência maior do subtipo HLA-DR1. "Ao cont...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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