Centro de Reumatologia Sete Lagoas, Minas Gerais

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Paulo Gomes de Miranda
3461-5556
Av Mantiqueira 657
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Raul Fernando Binato Lamim
(32) 3214-2567
Av Rio Branco 2370 - 608
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Pedro Cavalcante Falcão Júnior
(32) 3729-7028
Av. Cristiano F. Varella 555
Muriaé, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Sidney
(31) 8492-1255
Av Prof Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Euclides Franco Ribeiro
3224-8503
R Aquiles Lobo 129
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alduir Bento
3291-2064
R Paracatu 838 - Sala 506
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Analises Pesquisas Laboratoriais Ltda
(32) 3215-0565
Av. Rio Branco 2337 - 503 e 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo de Magalhaes Quintao
(32) 3215-1515
Av Rio Branco 2679 - 107
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Agostinho Pinto Gouvea
3213-4754
R dos Otoni 705 - Sala 505
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
LUCIANA MARQUES DA COSTA
25527706
Rua São Paulo893 sala 706
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
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Centro de Reumatologia

Fornecido por: 

Estima-se que a artrite reumatóide atinja 1% da população no Brasil. Como falamos de aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros doentes, falamos de uma doença importante. É uma doença inflamatória que agride predominantemente as articulações - mãos, punhos, cotovelos, ombros, pés, tornozelos, joelhos - e que por vezes adquire caráter sistêmico, lesando, por exemplo, tecidos do coração, pulmão, rins, olhos e vasos sanguíneos. O paciente pode ficar com deformidades articulares e a evolução mais severa acarreta em incapacitação. Geralmente a artrite reumatóide manifesta-se depois dos 30 anos de idade, com prevalência maior em mulheres, embora essa manifestação não seja tão incomum em crianças e idosos. O tratamento dos casos agressivos chega a custar R$ 5 mil por mês, um complicador que torna a doença particularmente preocupante num país com nossas condições socioeconômicas.

As causas da artrite reumatóide ainda são desconhecidas, sabendo-se que é uma doença auto-imune, sem cura, que resulta de um processo inflamatório desencadeado pelo próprio sistema imunológico do paciente. Não se podendo atacar o problema pela raiz, a alternativa escolhida por várias instituições de pesquisa, no Brasil e no mundo, tem sido a busca de sinais genéticos ou biológicos que permitam identificar grupos de pessoas mais suscetíveis à doença, ou grupos nas quais ela se torna mais agressiva. Na Unicamp, o professor Manoel Barros Bértolo, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), coordenou em 1996 um estudo com 60 pacientes caucasóides (brancos) do Hospital das Clínicas e, até dezembro, terá os resultados de outra avaliação, agora junto a pacientes afro-brasileiros. Ambas as pesquisas foram viabilizadas com recursos da Fapesp.

Coordenador de Assistência do HC e presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, Manoel Bértolo explica que a incidência de artrite reumatóide varia entre grupos populacionais, lembrando que em tribos indígenas norte-americanas o índice chega a 10%. Seu trabalho envolvendo grupos de brasileiros é inédito. "Lidamos com uma doença incapacitante e há necessidade de determinar fatores genéticos que permitam saber em quais grupos ela pode evoluir de forma mais leve, moderada ou grave. Isso permitirá escolher o tipo de tratamento mais adequado, como por exemplo, antecipando ou postergando o uso de drogas agressivas, o que é importante também por causa dos efeitos colaterais e do ônus financeiro que esses medicamentos representam para o paciente e para o sistema de saúde", observa.

Já se sabe que moléculas denominadas HLA (antígeno leucocitário humano) são os marcadores genéticos da artrite reumatóide, e que essas moléculas são altamente polifórmicas, ou seja, apresentam vários subtipos. Em pesquisas anteriores, um dos subtipos, o HLA-DR4, foi vinculado à doença em algumas populações e etnias, mas em outros grupos houve freqüência maior do subtipo HLA-DR1. "Ao cont...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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