Centro de Reumatologia Sinop, Mato Grosso

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Eliane Solange de Souza Pires
(65) 3617-1688
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Diogenes Garrio Carvaho
(66) 3426-5085
Papoulas 444 - Bl1 Casa 7
Rondonopolis, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Psicologia e Sexologia
(065)9953 0322
Av: Mato Grosso - 760 centro
São José dos Quatro Marcos, Mato Grosso
Especialidade
Psicóloga e Terapeuta Sexual

Anedson Aires
(65) 3642-2210
Rua Esmeralda, 675, Bosque da Saúde
Cuiabá, Mato Grosso
Especialidade
Medicina e Estética

CLINICA MOQUEGUA
0051942938882
AVENIDA IQUITOS 1395
BRASIL, Mato Grosso
Especialidade
FISIOTERAPIA

Naíra Domingos Sé
(65) 3322-2504
Rua Rua dos Líriosº 525
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Antônio M Silva
(65) 3321-4451
r Joaquim Murtinho, 940 Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Clínica Genus Ltda
(65) 3642-4742
av Aclimação, 508, Bsq da Saúde
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Clínica Médica Mady Ltda
(65) 3625-1491
r Manoel Ramos Lino, 223, Coophamil
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Clinica AME
(66) 3421-4085
Rua Efrem Caminschi 255
Rondonopolis, Mato Grosso
Especialidade
Sexualidade

Dados Divulgados por

Centro de Reumatologia

Fornecido por: 

Estima-se que a artrite reumatóide atinja 1% da população no Brasil. Como falamos de aproximadamente 1,8 milhão de brasileiros doentes, falamos de uma doença importante. É uma doença inflamatória que agride predominantemente as articulações - mãos, punhos, cotovelos, ombros, pés, tornozelos, joelhos - e que por vezes adquire caráter sistêmico, lesando, por exemplo, tecidos do coração, pulmão, rins, olhos e vasos sanguíneos. O paciente pode ficar com deformidades articulares e a evolução mais severa acarreta em incapacitação. Geralmente a artrite reumatóide manifesta-se depois dos 30 anos de idade, com prevalência maior em mulheres, embora essa manifestação não seja tão incomum em crianças e idosos. O tratamento dos casos agressivos chega a custar R$ 5 mil por mês, um complicador que torna a doença particularmente preocupante num país com nossas condições socioeconômicas.

As causas da artrite reumatóide ainda são desconhecidas, sabendo-se que é uma doença auto-imune, sem cura, que resulta de um processo inflamatório desencadeado pelo próprio sistema imunológico do paciente. Não se podendo atacar o problema pela raiz, a alternativa escolhida por várias instituições de pesquisa, no Brasil e no mundo, tem sido a busca de sinais genéticos ou biológicos que permitam identificar grupos de pessoas mais suscetíveis à doença, ou grupos nas quais ela se torna mais agressiva. Na Unicamp, o professor Manoel Barros Bértolo, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), coordenou em 1996 um estudo com 60 pacientes caucasóides (brancos) do Hospital das Clínicas e, até dezembro, terá os resultados de outra avaliação, agora junto a pacientes afro-brasileiros. Ambas as pesquisas foram viabilizadas com recursos da Fapesp.

Coordenador de Assistência do HC e presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, Manoel Bértolo explica que a incidência de artrite reumatóide varia entre grupos populacionais, lembrando que em tribos indígenas norte-americanas o índice chega a 10%. Seu trabalho envolvendo grupos de brasileiros é inédito. "Lidamos com uma doença incapacitante e há necessidade de determinar fatores genéticos que permitam saber em quais grupos ela pode evoluir de forma mais leve, moderada ou grave. Isso permitirá escolher o tipo de tratamento mais adequado, como por exemplo, antecipando ou postergando o uso de drogas agressivas, o que é importante também por causa dos efeitos colaterais e do ônus financeiro que esses medicamentos representam para o paciente e para o sistema de saúde", observa.

Já se sabe que moléculas denominadas HLA (antígeno leucocitário humano) são os marcadores genéticos da artrite reumatóide, e que essas moléculas são altamente polifórmicas, ou seja, apresentam vários subtipos. Em pesquisas anteriores, um dos subtipos, o HLA-DR4, foi vinculado à doença em algumas populações e etnias, mas em outros grupos houve freqüência maior do subtipo HLA-DR1. "Ao cont...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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