Centro de Tratamento Fisioterapeutico Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Encontre centro de tratamento fisioterapêutico em Angra dos Reis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Paulo Soares de Azevedo
(21) 2205-7223
Rua Barão do Flamengo 21 - 701
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Julio Cezar dos Santos
(24) 2231-4572
Rua Mal. Deodoro 46
Petropolis, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Gloria Regina Dacheux Mazzaroppi
255-6863
R. Alm. Tamandare 66 - 624
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Silvia Waymberg
2284-9739
R. Gal. Roca 440 - 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marcelo Garcia Araújo
(21) 9358-3561
R. Conde de Porto Alegre 477 - 1008/1010
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Cristovão Fonseca Labuto Junior
(21) 2756-0114
Ginecologia e Obstetrícia Medicina Intensiva
Sao Joao de Meriti, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Sonia Cristina Moreira Borges
(21) 2610-0674
Rua Gavião Peixoto 148 - Sala 601
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de Tratamento Fisioterapeutico

Fornecido por: 

O melhor caminho para corrigir a postura das crianças em idade escolar, evitando futuros problemas de coluna, é fazer um trabalho de orientação para o uso da mochila com pais, professores e os próprios alunos. A conclusão está na pesquisa da fisioterapeuta Susi Mary de Souza Fernandes, realizada na Faculdade de Medicina (FM) da USP com 99 estudantes de uma escola particular na cidade de São Paulo.

A fisioterapeuta pesquisou o tipo de mochila mais usado, o peso transportado e o modo como as mochilas são transportadas por crianças de 7 a 11 anos, alunas da 1ª à 4ª séries do ensino fundamental. Após uma primeira avaliação, tanto as crianças quanto os pais e os professores assistiram a palestras de educação postural e os estudantes receberam orientações mensais por três meses.

No primeiro levantamento, constatou-se que 49,5% dos alunos usavam mochilas do modelo carrinho, e 46,5% utilizavam o modelo duas alças. "Os estudantes aprenderam, por meio de vivência prática, que a carga da mochila deve ter no máximo 10% de seu peso corporal, e que o transporte deve ser feito de modo simétrico, ou seja, nos dois ombros", diz Suzi.

Após a orientação postural, o uso da mochila de duas alças subiu para 60,6%, enquanto o do carrinho caiu para 33,3%. A fisioterapeuta aponta que o número de alunos que passaram a carregar a mochila nos dois ombros aumentou de 41,4% para 55,6% para ombro bilateral, e para transporte em mãos foi observada redução de 5,1% para 0%.

Peso
O peso transportado pelos alunos teve uma redução média de 2,66 quilos. "Na primeira avaliação, foram encontradas mochilas tipo carrinho com peso superior a 10 quilos (Kg), apesar de o material de uso diário exigido pela escola não ultrapassar 1,5 kg", revela Suzi. "Percebemos que o peso das mochilas diminuiu, o tipo de mochila mais utilizado passou a ser o de duas alças e o transporte passou para ombro bilateral."

Os pais foram orientados a verificar a mochila das crianças freqüentemente, pois foi constatado que os alunos carregavam material além do exigido diariamente pela escola. Outro alerta feito aos pais é que, mesmo vazias, as mochilas tipo carrinho eram muito pesadas, e transportá-las de modo inadequado gerava sobrecarga, principalmente porque a escola possuía escadas para acesso à sala de aula.

Para os professores, foi sugerida a racionalização do material, bem como a adequação dos horários de aula, a fim de que as cr...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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