Centro de fonoaudiologia infantil Balneário Camboriú, Santa Catarina

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Balneário Camboriú. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Daniela Longhi de Castro
(47) 3366-0334
Avenida Alvin Bauer 810 - 1° Andar
Balneario Camboriu, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Gil Vicente Machado de Faria
3222-8410
Av Osmar Cunha 183 - 906
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Fernando Graca Aranha
3212-5000
Av Trompowsky 399
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Emilia Coelho
3221-7500
Rua Menino Deus 376
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Zulmar Vieira Coutinho
3223-1317
Rua Jose Boiteux 34
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Glauber Mathias
(47) 3349-3892
Rua Dr. Reinaldo Schmithausen 1178 (sl 11)
Itajai, Santa Catarina
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Diogo Nei Ribeiro
3228-3250
Av Mauro Ramos 1952
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Hemos Medicina Laboratorial Avancada
(47) 3041-9919
Alameda Rio Branco 680
Blumenau, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Felipe Marcelo Xavier
3224-1511
Rua Jeronimo Coelho 389 - 46
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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