Centro de fonoaudiologia infantil Cabo Frio, Rio de Janeiro

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Cabo Frio. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Larissa Correa Prieto
Est. Francisco da Cruz Nunes 5803
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Antonio Monteiro de Miranda
242-3147
Av. Nelson Cardoso 1149 - 712
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Patrícia Ferreira Dalboni
(24) 3348-8888
Rua Quarenta 20 (sala 508)
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Asilo da Velhice Desamparada
(22) 2772-7442
Rua Luis Belegard 540
Macae, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Eduardo de Mendonca e Silva
2254-5194
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Arquimedes Lima
(22) 2665-1709
Rua Oscar Clark 151 - L 4
Araruama, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Fabio Basilio Fernandes dos Santos
(21) 3501-3242
Rua Barçao de Itapagipe 169
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Cristiane Xavier
(021) 3553-6440
Av. das Américas 3200 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
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Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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